Tarso Genro e o Twitter (Jornal o Globo)

September 1st, 2010

Amigos,

Tive o enorme prazer em colaborar para ótima matéria da repórter Luciana Martinez do o Globo de hoje sobre uma ação no twitter do candidato Tarso Genro. Para participar de um almoço com ele, seus eleitores deveriam da retweet em uma mensagem onde, além de expressar a vontade de ir ao evento, deveriam também declarar voto.

A pedido do Já Voto!,  a Gabriel Rossi Consultoria também fez  um mapeamento da divulgação da promoção.
Gostaria de compartilhar com vocês:

http://oglobo.globo.com/blogs/javoto/posts/2010/09/01/tarso-genro-usa-twitter-para-promover-encontro-com-eleitores-320655.asp

Abraços

G.

Novo Website - Gabriel Rossi Consultoria

August 28th, 2010

Nós da Gabriel Rossi Consultoria estamos orgulhosos em anunciar nosso novo website. A maior preocupação foi trazer o ‘feeling’ da marca para o ambiente, criando uma ferramenta para  aprender e disseminar conceitos e teorias. Acho que conseguimos! Particularmente, tenho um certo pavor daqueles websites que  funcionam como um simples cartão de visita da empresa. O canal se tornou uma ferramenta extremamente estratégica!

A criação da plataforma contempla a nova fase da Gabriel, que cresceu e agora conta com equipe multidisciplinar e parcerias diversificadas para atender à demanda de diferentes setores do mercado. Graças a Deus não podemos nos queixar da evolução das coisas…  Consigo manter o foco em meus estudos sabendo que há pessoas que entregam! Bom sentimento. :)

Preciso enfatizar o belo trabalho feito pela equipe encarregada do projeto. Enxergo websites modernos como arcabouços de conhecimento e plataformas de escuta e feedback.  Missão cumprida. Parabéns!

O endereço do site é www.gabrielrossi.com.br

Abraços

G.

Entrevista O Globo - ‘A internet e as eleições’ (Parte I)

August 10th, 2010

Eu e professor Aldo Fornazieri publicamos, no dia  24 de julho, um artigo chamado “A internet e as eleições” (O Estado de São Paulo) . Ambos descrevemos o cenário político na rede e apontamos para as tendências até outubro de 2010. O Já Voto! do Jornal O Globo quis saber mais sobre o tema e nos entrevistou.

Entre outras respostas, eu afirmei:

Na Colômbia, o candidato a presidente Antana Mockus (oposição) conseguiu um número muito expressivo de fãs no Facebook. Aparentemente ele teria poucas chances contra o candidato da situação, que é muito bem avaliada no país vizinho. É possível, sim, dizer que a estratégia desenhada para a internet de Mockus tenha colaborado para sua campanha, com a disseminação correta de informações e um debate mais vivo do que estamos vivenciando até o presente momento no Brasil.

Na eleição de Barack Obama, a internet talvez tenha chegado a um outro nível, num patamar mais elevado. Havia disseminação, feedback imediato, organização das pessoas que aderiram à marca ou ao candidato, intensa prospecção e um excelente método de arrecadação de fundos. A proposta da candidatura Obama vinha naturalmente com um conceito de branding sólido, que se adaptou perfeitamente à web. Obama conseguiu centralizar seu discurso em um único e poderoso conceito – o de mudança (“Change”). É sabido que marcas que deram certo costumam focar em uma única mensagem, não em duas nem em três. Esta regra também vale para o mundo digital e para a política. Além disso, permanecendo fiel à mesma idéia diferenciada desde o princípio de sua campanha, a personalidade da marca Obama ganhou credibilidade ao longo do tempo e este fortalecimento migrou para a websocial e vice-versa. Sem dúvida nenhuma, Obama era uma marca com uma visão fortíssima que enxergava a situação de uma maneira específica e encorajava as pessoas para fazer parte do mesmo sonho, investindo forças para o futuro. Tudo isso de alguma maneira foi amplificado na campanha realizada na internet.

Confiram na íntegra - http://gabrielrossi.com.br/gabriel-rossi-e-aldo-fornazieri-dao-entrevista-para-o-jornal-o-globo/

Abraços,

G.

Bem-vindo a bordo

August 10th, 2010

Nosso escritório e a Sala de Estudos , na Av. Faria Lima, em São Paulo, passam agora a reunir analistas, jornalistas, especialistas em marketing e economistas. Entre os novos profissionais que se somam à equipe estão a economista e profissional de marketing Adriana Granado, que será responsável pela área comercial, Janaína Ramos, gerente geral, e o analista Walter Matsumoto. Nós da Gabriel Rossi Consultoria queremos dar as boas vindas a todos que se juntam aos nossos projetos, sonhos e busca apaixonada e insana pelo conhecimento.

O objetivo é atender aos diferentes setores do mercado. Com atuação cada vez mais diversificada, que vai da análise política às estratégias para o mercado financeiro, queremos contar com os melhores profissionais.

Obrigado a todos os amigos que nos acompanham, acreditaram em nosso trabalho sério e torcem por nós desde o início.

Um abraço,

Gabriel

Ensinando e aprendendo… Minha breve passagem ao Rio.

August 4th, 2010

ESPM

ESPM

Não é segredo que minha vida profissional vem demandando bastante. Diversas viagens,  palestras,  contratações, aulas que leciono, desenvolvimento de estudos etc.  Minha sorte é, sem dúvida, contar com uma equipe experiente e preparada em nossa matriz (sala de estudos).

Tive o enorme prazer em ser  o convidado especial  de Luis Antônio Gaulia,  para ministrar uma aula, na sexta-feira passada, aos alunos de pós-graduação da ESPM, no Rio de Janeiro. Falei sobre os novos estudos de nossa empresa no campo de “Digital Branding Defensivo”, ou seja, gestão de crise na internet.

Em meio de tantas viagens e palestras, algumas se tornam especiais.

Quero agradecer meu amigo Gaulia e mandar um forte abraço para todos os presentes!

G.

As Eleições e a Internet (Meu artigo com Aldo Fornazieri para o Estado de São Paulo)

July 24th, 2010

Hoje tive uma grata surpresa.  O artigo que desenvolvemos, fruto de alguns estudos e monitoramento digital constante, foi publicado na segunda página do Estadão impresso.

Um enorme prazer trabalhar com Aldo Fornazieri , autoridade em Ciências Políticas.

A matéria fala da internet e das eleições por um olhar um pouco mais denso, cético e na perspectiva do branding.

Confiram os resultados de nossos estudos:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100724/not_imp585417,0.php

Espero que gostem.

Abraços.

G.

A vulgarização da inovação (Minha estréia como articulista do Imasters)

July 6th, 2010

Enorme prazer em ver hoje publicado meu primeiro artigo para o portal Imasters. Falo de inovação e inovadores. Quero agradecer ao meu amigo Ricardo Nespoli que sugeriu meu trabalho.

Espero que gostem!

Abraços

G.

A Vulgarização da Inovação

No novo mundo, o comportamento do consumidor está sendo redefinido. Ele desenvolve filtros e intimidades com produtos e serviços, que exigem movimentos rápidos, evolução e reinvenção constantes. Bons tempos, não é mesmo? Para uns, sim. Para outros, não.

Sobrevivência agora significa entender que o mundo está repleto de marcas e, cada vez mais, estas são menos respeitadas, confiadas e despertam menos atributos e diferenciais - é o que os especialistas chamam de “saliência de marca”.

De fato, inovação mais do que nunca se torna a espinha dorsal do crescimento e a vantagem competitiva das corporações modernas. Por outro lado, ironicamente, o termo está ficando gradualmente vulgarizado. Tristemente em frangalhos.

Pergunto: teria a disciplina da inovação se tornado comoditizada? Talvez. Há boas possibilidades. Certas questões se mostram ignoradas por grandes marcas e corporações no mundo e, em especial, no Brasil. Ignoradas até mesmo pelos supergurus egocêntricos que nascem todos os dias no Twitter ou em outras plataformas.

Vejam as seguintes questões:

Quanto que a mídia espontânea estimula os departamentos de uma empresa a evoluírem e redefinirem processos?

Qual é a influência do boca a boca digital no budget da comunicação ou no desenvolvimento de produtos e serviços?

Como o ato de inovar nas redes sociais contribuirá para os objetivos fundamentais do negócio?

Qual o ciclo de vida e evolução de insights e boas ideias nas mídias sociais, abandonando o velho modelo das discussões (focus group)?

As regras do processo de feedback estão sendo redefinidas, gerando laboratórios de aprendizado e escuta para as marcas mais astutas. Inovação na websocial exige fundamentalmente escuta digital estratégica, séria e metódica. Aprendizado constante e inspiração em tempo real também são ingredientes dessa receita. Questões como ranking de influenciadores nas redes sociais, painel de tendências e análise de sentimentos, assim como dispersão e volume, devem estar no dia-a-dia de qualquer marca que almeje um trabalho relevante na web. É sempre bom lembrar que ouvir por ouvir já não é mais suficiente. É preciso organizar e planejar com conhecimento assimilado.

Outra questão: você não acha também que boa parte dos inovadores de marca que atuam na internet perseguem insanamente a tecnologia, em vez do comportamento do consumidor/usuário de redes sociais?

As ferramentas vêm e vão na velocidade da luz, tornando-se cansativo e praticamente impossível de acompanhá-las. Empresas e seus estrategistas de marketing têm de tomar cuidado com planos e ofertas que começam com estratégias de Orkut, Twitter ou Facebook. Acima de tudo, marcas e corporações devem focar em seus stakeholders, verdadeiramente ouvindo, segmentando adequadamente para inovar com qualidade, evitando desperdícios e concentrando-se em como esses públicos se comportam no ambiente virtual.

Outra questão fundamental é que inovar na era digital envolve um processo de integração com as mídias sociais junto à cadeia de valor corporativa e muitas vezes exigindo ruptura cultural intraempresa. Em seu mais recente livro, Charlene Li (”Open Leadership”, ou “Liderança Aberta”, em português) argumenta que líderes modernos precisam entender melhor a nova cultura de compartilhamento desencadeada pela evolução do mundo conectado. Segundo a autora, o primeiro passo é

“reconhecer que você não está mais no controle. Clientes, colaboradores e parceiros estão.” (…) “Esta é uma moda que não desaparecerá. Crescerá cada vez mais, com ou sem você!”

Vale lembrar que esse não é um processo fácil. A geração “Y”, principalmente, cresceu cética, vendo Enron, Mesbla, Mappin etc caírem. Líderes novos precisarão de habilidades únicas e humildade. Esses projetos não acontecem de um dia para o outro.

Aconselhamos as empresas primeiramente a criar uma estrutura de governança e regulamentação para o ambiente web, que seja facilmente assimiladas por seus colaboradores. Um bom exemplo de política bem-sucedida de adaptação cultural aos novos tempos é a varejista americana Best Buy. Ela utiliza um exército de colaboradores como verdadeiros representantes da marca, que dão intenso suporte aos clientes da empresa. Não seria isso real vantagem competitiva? O pulo do gato, então, é saber como fazer.

A marca que acredita prever inovações tende a morrer. Na era digital, o processo de inovação é um estágio avançado no qual a empresa precisa trabalhar, antes de qualquer coisa, pelos processos e políticas internas, entender o comportamento do internauta e sempre responder ao emissor da sugestão, ou seja, os internautas que se comunicam com sua empresa via web, mesmo que ela não seja útil para a companhia. Tudo isso alinhado aos conceitos primordiais de marketing.

Inovação na internet é muito mais do que campanhas premiadas e barulhentas, romantismo de mudar o mundo e exageros. Inovar na era digital significa bom atendimento, reduzir custos de pesquisa e desenvolvimento, assim como inventários, pois os mesmos clientes que te ajudam a desenvolver produtos e serviços tenderão a consumi-los. Você está preparado para gerar inovação real de marca que traga valor plausível?

Fonte: Imasters

O consumidor digital quer respeito na Copa do Mundo e nas Eleições (Contribuição para a Revista Veja)

July 4th, 2010

Amigos,

Muito recentemente vi minha colaboração para a Revista Veja sobre marcas na era digital. Muito bacana!

O novo consumidor quer conveniência, velocidade e , antes de qualquer coisa, relacionamentos de qualidade. Marcas sérias trabalham a permissão do consumidor. Depois, elas começam um trabalho de autenticidade, confiança, escuta, transparência, afirmação e agilidade no feedback.

Espero que gostem. Leiam aqui.

Abraços

G.

Marketing político enfrenta o desafio das redes sociais (Contribuição para o Jornal do Commercio)

July 2nd, 2010

Enorme prazer em colaborar com a edição de hoje do Jornal do Commercio na ótima matéria da repórter Jaqueline Porto.

Espero que gostem.

Abraços.

G.

JAQUELINE PORTO do Jornal do Comércio RJ

Marketing político enfrenta o desafio das redes sociais
O recente mal estar entre a equipe de campanha da candidata à presidência Dilma Rousseff e o estrategista em redes sociais Marcelo Branco, por causa de erros cometidos no site da petista, deixou clara a mudança de perfil dos profissionais que trabalham com marketing e assessoria política.

Se antes a mídia tradicional dominavam o espaço, praticamente impondo aos eleitores um personagem, atualmente o desafio é aprender a dialogar com o poder de contestação de quase 90% de internautas brasileiros com acesso às redes sociais, segundo dados da consultoria Nielsen.

Coordenador do Núcleo de Gestão Executiva da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-RJ) e professor do curso de extensão em Marketing Político, Paulo Vicente afirma que a popularização dos novos meios de comunicação cria uma discussão infinita sobre como conseguir votos. “Ainda estamos descobrindo se a relação direta entre político e eleitor é mais eficiente ou se vale apostar em intermediários”, diz. Segundo o professor, cerca de 75% dos eleitores ainda votam por impulso e carisma, com menos envolvimento partidário. Este grupo precisa ser conquistado.

“A massa que usa a web de forma mais crítica está carente de envolvimento e cabe ao profissional criar isso. As pessoas selecionam o que querem ler, consumir e ouvir e o desafio é atrair quem não acredita mais nas estratégias do passado. Infelizmente, isso ainda não está funcionando de forma eficiente nas classes C, D e E”, crítica.

Especialista em branding digital e trabalhando pelo primeiro ano com Marketing Político, Gabriel Rossi, afirma que é preciso saber ouvir. “Não podemos mais apenas transmitir os interesses do candidato, tem que ouvir o eleitor, de forma estratégica.

Conhecê-lo melhor, saber seus interesses, como se relaciona com a tecnologia do ponto de vista político. Infelizmente, vejo muitos ainda preocupados com as ferramentas, esquecendose da personalidade do eleitor, principalmente dos mais jovens, que nas próximas eleições farão mais diferença”, acredita.

Sobre as mudanças que estão ocorrendo já neste ano, Rossi afirma que não haverá um “efeito Obama”. “O Obama estava pronto para a ruptura sócioeconômica que os Estados Unidos viviam na época e a penetração crítica da web no país é muito mais forte do que por aqui. Mas podemos aprender com o que houve por lá. A internet pode beneficiar claramente os partidos pequenos, os candidatos a deputado estadual e federal, com pouca verba para mídias tradicionais, mas para isso é preciso criar uma marca, uma ideia diferenciada na mente do eleitor, com carisma, narrativa, história e psicologia”, afirma.

Segundo Gabriel, gerenciar crises na web se torna um trabalho muito mais desafiador, uma vez que os sites de busca funcionam como um rastro digital, acessível a quem quiser conhecer melhor qualquer candidato.

Para ele, outra questão que precisa se repensada é o uso do website. “Muitos profissionais ainda usam o site como um ’santinho digital’, sem a menor estratégia. Ignorar a necessidade de transparência também é um equívoco, o eleitor que usa redes sociais quer saber quem está conversando com ele. O ideal é que o candidato assuma isso diretamente, mas se precisar ser uma equipe, isso precisa ficar claro”, finaliza.

Dilma e Serra no ponto de vista de marketing

June 28th, 2010

Amigos,

Eu tenho recebido algumas perguntas sobre as eleições deste ano. Postei abaixo um questionamento que achei bem interessante.

Gostaria de deixar claro que minha abordagem e opinião são embasadas no ponto de vista de marketing. Sempre.

Pergunta: Gabriel, você acha que o Serra possui alguma chance? Eu ouvi dizer que é  grande a chance de não ter  segundo turno, será?

Resposta: A Dilma ainda possui problemas de carisma, postura e de estratégia e execução na web. Isso é fato. Por um outro lado, a mesma possui mais tempo na televisão, mais pessoas que não conhecem a ela do que Serra e a rejeição ao tucano  é maior. A transferência de votos do Lula não é imediata mas está se mostrando real. Na minha opinião, o Serra deveria ter colocado uma mulher como vice logo no começo. Seria, porém, difícil afirmar muita coisa agora pois boa parte dos brasileiros começarão a, realmente, pensar em eleições depois da Copa.

Uma coisa é certa: É importante destacar que branding é um atalho na mente do público-alvo. Considero as propostas de governo dos principais candidatos ainda um pouco confusas e isso atrapalha o fortalecimento de relacionamentos com a comunidade web e a qualificação do debate. Eu e minha equipe temos feito alguns prognósticos, referentes às eleições 2010, que se mostram pertinentes e revelam que não há e nem haverá um fenômeno Obama no Brasil (pelo menos por enquanto).

Abraços.


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