Archive for the ‘branding digital’ Category

A vulgarização da inovação (Minha estréia como articulista do Imasters)

Tuesday, July 6th, 2010

Enorme prazer em ver hoje publicado meu primeiro artigo para o portal Imasters. Falo de inovação e inovadores. Quero agradecer ao meu amigo Ricardo Nespoli que sugeriu meu trabalho.

Espero que gostem!

Abraços

G.

A Vulgarização da Inovação

No novo mundo, o comportamento do consumidor está sendo redefinido. Ele desenvolve filtros e intimidades com produtos e serviços, que exigem movimentos rápidos, evolução e reinvenção constantes. Bons tempos, não é mesmo? Para uns, sim. Para outros, não.

Sobrevivência agora significa entender que o mundo está repleto de marcas e, cada vez mais, estas são menos respeitadas, confiadas e despertam menos atributos e diferenciais - é o que os especialistas chamam de “saliência de marca”.

De fato, inovação mais do que nunca se torna a espinha dorsal do crescimento e a vantagem competitiva das corporações modernas. Por outro lado, ironicamente, o termo está ficando gradualmente vulgarizado. Tristemente em frangalhos.

Pergunto: teria a disciplina da inovação se tornado comoditizada? Talvez. Há boas possibilidades. Certas questões se mostram ignoradas por grandes marcas e corporações no mundo e, em especial, no Brasil. Ignoradas até mesmo pelos supergurus egocêntricos que nascem todos os dias no Twitter ou em outras plataformas.

Vejam as seguintes questões:

Quanto que a mídia espontânea estimula os departamentos de uma empresa a evoluírem e redefinirem processos?

Qual é a influência do boca a boca digital no budget da comunicação ou no desenvolvimento de produtos e serviços?

Como o ato de inovar nas redes sociais contribuirá para os objetivos fundamentais do negócio?

Qual o ciclo de vida e evolução de insights e boas ideias nas mídias sociais, abandonando o velho modelo das discussões (focus group)?

As regras do processo de feedback estão sendo redefinidas, gerando laboratórios de aprendizado e escuta para as marcas mais astutas. Inovação na websocial exige fundamentalmente escuta digital estratégica, séria e metódica. Aprendizado constante e inspiração em tempo real também são ingredientes dessa receita. Questões como ranking de influenciadores nas redes sociais, painel de tendências e análise de sentimentos, assim como dispersão e volume, devem estar no dia-a-dia de qualquer marca que almeje um trabalho relevante na web. É sempre bom lembrar que ouvir por ouvir já não é mais suficiente. É preciso organizar e planejar com conhecimento assimilado.

Outra questão: você não acha também que boa parte dos inovadores de marca que atuam na internet perseguem insanamente a tecnologia, em vez do comportamento do consumidor/usuário de redes sociais

As ferramentas vêm e vão na velocidade da luz, tornando-se cansativo e praticamente impossível de acompanhá-las. Empresas e seus estrategistas de marketing têm de tomar cuidado com planos e ofertas que começam com estratégias de Orkut, Twitter ou Facebook. Acima de tudo, marcas e corporações devem focar em seus stakeholders, verdadeiramente ouvindo, segmentando adequadamente para inovar com qualidade, evitando desperdícios e concentrando-se em como esses públicos se comportam no ambiente virtual.

Outra questão fundamental é que inovar na era digital envolve um processo de integração com as mídias sociais junto à cadeia de valor corporativa e muitas vezes exigindo ruptura cultural intraempresa. Em seu mais recente livro, Charlene Li (”Open Leadership”, ou “Liderança Aberta”, em português) argumenta que líderes modernos precisam entender melhor a nova cultura de compartilhamento desencadeada pela evolução do mundo conectado. Segundo a autora, o primeiro passo é

“reconhecer que você não está mais no controle. Clientes, colaboradores e parceiros estão.” (…) “Esta é uma moda que não desaparecerá. Crescerá cada vez mais, com ou sem você!”

Vale lembrar que esse não é um processo fácil. A geração “Y”, principalmente, cresceu cética, vendo Enron, Mesbla, Mappin etc caírem. Líderes novos precisarão de habilidades únicas e humildade. Esses projetos não acontecem de um dia para o outro.

Aconselhamos as empresas primeiramente a criar uma estrutura de governança e regulamentação para o ambiente web, que seja facilmente assimiladas por seus colaboradores. Um bom exemplo de política bem-sucedida de adaptação cultural aos novos tempos é a varejista americana Best Buy. Ela utiliza um exército de colaboradores como verdadeiros representantes da marca, que dão intenso suporte aos clientes da empresa. Não seria isso real vantagem competitiva? O pulo do gato, então, é saber como fazer.

A marca que acredita prever inovações tende a morrer. Na era digital, o processo de inovação é um estágio avançado no qual a empresa precisa trabalhar, antes de qualquer coisa, pelos processos e políticas internas, entender o comportamento do internauta e sempre responder ao emissor da sugestão, ou seja, os internautas que se comunicam com sua empresa via web, mesmo que ela não seja útil para a companhia. Tudo isso alinhado aos conceitos primordiais de marketing.

Inovação na internet é muito mais do que campanhas premiadas e barulhentas, romantismo de mudar o mundo e exageros. Inovar na era digital significa bom atendimento, reduzir custos de pesquisa e desenvolvimento, assim como inventários, pois os mesmos clientes que te ajudam a desenvolver produtos e serviços tenderão a consumi-los. Você está preparado para gerar inovação real de marca que traga valor plausível?

Fonte: Imasters

O consumidor digital quer respeito na Copa do Mundo e nas Eleições (Contribuição para a Revista Veja)

Sunday, July 4th, 2010

Amigos,

Muito recentemente vi minha colaboração para a Revista Veja sobre marcas na era digital. Muito bacana!

O novo consumidor quer conveniência, velocidade e , antes de qualquer coisa, relacionamentos de qualidade. Marcas sérias trabalham a permissão do consumidor. Depois, elas começam um trabalho de autenticidade, confiança, escuta, transparência, afirmação e agilidade no feedback.

Espero que gostem. Leiam aqui.

Abraços

G.

Marketing político enfrenta o desafio das redes sociais (Contribuição para o Jornal do Commercio)

Friday, July 2nd, 2010

Enorme prazer em colaborar com a edição de hoje do Jornal do Commercio na ótima matéria da repórter Jaqueline Porto.

Espero que gostem.

Abraços.

G.

JAQUELINE PORTO do Jornal do Comércio RJ

Marketing político enfrenta o desafio das redes sociais
O recente mal estar entre a equipe de campanha da candidata à presidênciaDilma Rousseff e o estrategista em redes sociais Marcelo Branco, por causa de erros cometidos no site da petista, deixou clara a mudança de perfil dos profissionais que trabalham com marketing e assessoria política.

Se antes a mídia tradicional dominavam o espaço, praticamente impondo aos eleitores um personagem, atualmente o desafio é aprender a dialogar com o poder de contestação de quase 90% de internautas brasileiros com acesso às redes sociais, segundo dados da consultoria Nielsen.

Coordenador do Núcleo de Gestão Executiva da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-RJ) e professor do curso de extensão em Marketing Político, Paulo Vicente afirma que a popularização dos novos meios de comunicação cria uma discussão infinita sobre como conseguir votos. “Ainda estamos descobrindo se a relação direta entre político e eleitor é mais eficiente ou se vale apostar em intermediários”, diz. Segundo o professor, cerca de 75% dos eleitores ainda votam por impulso e carisma, com menos envolvimento partidário. Este grupo precisa ser conquistado.

“A massa que usa a web de forma mais crítica está carente de envolvimento e cabe ao profissional criar isso. As pessoas selecionam o que querem ler, consumir e ouvir e o desafio é atrair quem não acredita mais nas estratégias do passado. Infelizmente, isso ainda não está funcionando de forma eficiente nas classes C, D e E”, crítica.

Especialista em branding digital e trabalhando pelo primeiro ano com Marketing Político, Gabriel Rossi, afirma que é preciso saber ouvir. “Não podemos mais apenas transmitir os interesses do candidato, tem que ouvir o eleitor, de forma estratégica.

Conhecê-lo melhor, saber seus interesses, como se relaciona com a tecnologia do ponto de vista político. Infelizmente, vejo muitos ainda preocupados com as ferramentas, esquecendose da personalidade do eleitor, principalmente dos mais jovens, que nas próximas eleições farão mais diferença”, acredita.

Sobre as mudanças que estão ocorrendo já neste ano, Rossi afirma que não haverá um “efeito Obama”. “O Obama estava pronto para a ruptura sócioeconômica que os Estados Unidos viviam na época e a penetração crítica da web no país é muito mais forte do que por aqui. Mas podemos aprender com o que houve por lá. A internet pode beneficiar claramente os partidos pequenos, os candidatos a deputado estadual e federal, com pouca verba para mídias tradicionais, mas para isso é preciso criar uma marca, uma ideia diferenciada na mente do eleitor, com carisma, narrativa, história e psicologia”, afirma.

Segundo Gabriel, gerenciar crises na web se torna um trabalho muito mais desafiador, uma vez que os sites de busca funcionam como um rastro digital, acessível a quem quiser conhecer melhor qualquer candidato.

Para ele, outra questão que precisa se repensada é o uso do website. “Muitos profissionais ainda usam o site como um ’santinho digital’, sem a menor estratégia. Ignorar a necessidade de transparência também é um equívoco, o eleitor que usa redes sociais quer saber quem está conversando com ele. O ideal é que o candidato assuma isso diretamente, mas se precisar ser uma equipe, isso precisa ficar claro”, finaliza.

Meu livro?

Monday, June 21st, 2010

Alguns amigos, muito gentilmente, tem me perguntado sobre meus planos em escrever um livro que englobe minhas idéias e estudos sobre a nova natureza das marcas e corporações na era digital.

Caros, eu tenho o argumento central já escolhido e o mesmo ainda requer trabalhos “in loco”. Falta tempo no momento, mas quem sabe no ano que vem?

Abraços fortes.

G.

O novo consumidor pede, desesperadamente, autenticidade e confiança: Ouça minha entrevista para a Rádio CBN Notícias

Saturday, June 12th, 2010

Tive o prazer de bater um papo com a repórter Carolina Rodrigues sobre a questão da construção de credibilidade e o respeito as características fundamentais do consumidor moderno. Falamos aqui da busca, cada vez mais insana, por privacidade, feedback, resposta, autenticidade, estabelecimento de confiança, humanização…

Eu adoro os desafios que marcas e empresas passam ou, inevitavelmente, passarão. Isso gerará evolução!

A internet é sobre aprendizado e escuta. A internet não é sobre tecnologia e promoções que não respeitam os códigos básicos estabelecidos pelo consumidor moderno.  Marcas não se diluam.

Espero que goste. Ouça aqui .

Abraços fortes.

G.

Corporações, Marcas e Privacidade. Entrevista para a Band News TV

Saturday, May 29th, 2010

Este foi um pequeno trecho do meu debut comentando ao vivo quinta-feira passada para a Band News TV sobre a questão de privacidade vs marcas na internet. De fato, amigos, o aumento da conectividade por banda larga e a chegada de grandes eventos como as eleições e a Copa do Mundo influenciam a aceleração da atividades como spam entre outras invasões de privacidade ao consumidor moderno…

Assunto sério. Realmente. Já havia falado, uma semana antes sobre o mesmo assunto, com  Camila Tuchlinski para a Rádio Eldorado.

Como já sabemos: Práticas como spam não apenas afastam o consumidor, mas criam o sentimento de invasão de privacidade e falta de personalização. Generalização e  invasão de privacidade é tudo que não queremos na era da participação!

Um abraço.

G.

O debate sobre marcas e empresas lidando com as potencialidades da web foi o destaque do chat com Gabriel Rossi

Wednesday, May 26th, 2010

Meus amigos do Nós da comunicação fazem dois anos  e como parte do aniversário, completados no dia 12 de maio, eles promoveram um chat nesta quarta-feira comigo.  Nele falei:

“…  Quais afinal são as principais características do branding na internet? Como fazer a gestão de marcas em um ambiente tão novo e participativo?
Gabriel Rossi –
Por um lado, os alicerces principais do marketing são os que definem marcas sólidas na era digital. É preciso pensar de forma integrada, afinal, as mídias sociais não são uma panaceia! Questões como qualidade de produto, cumprimento de promessas, escuta e velocidade de feedback, entre outras, ainda são vitais. Aliás, todos estes conceitos fundamentais foram amplificados com o advento das tecnologias de ruptura e das mídias sociais. Para ilustrar, há uma relação simbiótica entre os resultados nos sites de busca e a reputação das marcas, corporações em geral, etc.. Neste momento é que você se afirma para seus stakeholders. O equity e a confiabilidade de qualquer marca cada vez mais se torna o conjunto de resultados nas prateleiras virtuais como Google e Bing. Isso requer um investimento contínuo no básico, que não é imediato. Acho que a maior diferença é que quanto mais tempo passamos contando as mesmas histórias, mais difícil se torna a diferenciação de marca. Hoje, o posicionamento é muito temporário e costumo dizer que marcas não são mais substantivos, elas agora são verbos.

Por exemplo, não se pode mais ficar parado, segurando uma plaquinha, esperando que o consumidor venha até você, até porque este mesmo consumidor adota tecnologias emergentes antes das marcas, quer ser levado para novos territórios, ser surpreendido e não tolera mais tanta repetição como outrora. Marcas precisam mover-se, evoluir e injetar dinamismo criatividade no relacionamento. Elas precisam compreender que nada mais é garantido e caminhar lado a lado com o consumidor…”

Enfim, clique aqui e confira a cobertura/resumo completa deste ótimo evento.

Abraços.

G.

Estratégias Políticas na Internet: Prognósticos e Confirmações…

Sunday, May 23rd, 2010

Desde o ano passado, eu e minha equipe estamos “soltando “alguns artigos e opiniões sobre o cenário das eleições 2010 na web. Hoje tive uma sensação boa, pois grande parte de nossos prognósticos se mostram verdadeiros.

No geral, ainda ignoram um fator básico: Esse novo eleitor constantemente filtra mensagens na velocidade da luz. Seu candidato possui uma idéia diferenciada relevante e um plano de monitoramento on-line 24hrs que permite entrar em cada conversa com etiqueta e extrema relevância? Crie um processo de escuta on-line extremamente profissional e identifique os formadores de opinião e entusiastas em cada ambiente, gerando conteúdo sempre fresco, estimulando, engajando e viabilizando a prospecção no corpo a corpo para amigos, familiares entre outros. Não é mais questão de tamanho. A velocidade e influência das comunidades trabalhadas são os fatores mais importantes. Se os candidatos entenderem isso na essência, evoluirão nas mídias sociais muito mais rápido que diversas empresas ranqueadas nas 100 maiores da Exame.

Bem, olhem e tirem suas proprias conclusões sobre os prognósticos que temos feito …

Entrevista para a TV OAB (Outubro 2009)

A estratégia de Ben Self terá sucesso no Brasil? | Mundo do Marketing (Março 2010)

3 Dicas Fundamentais sobre Marketing Político Moderno / Portal Inteligemcia (Fevereiro 2010)

Web 2.0 amplia meios de fazer marketing político (Ciclo Comunicar Política)

Um grande abraço e aguardem novos estudos e artigos.

G.

ROI, Reputação e Real vantagem competitiva. Gabriel Rossi na Madia Marketing School.

Wednesday, April 21st, 2010

Tive o prazer de ser chamado para transmitir minhas idéias e conceitos no Madia Digital Marketing, programa que a Madia Marketing School criou e começa agora dia 8 de maio. Muito bacana e importante para mim, pois professor Francisco Madia não apenas foi meu professor, mas também seus artigos e livros foram vitais para que eu optasse pela prática do marketing moderno (inclusive, Madia  é responsável pelo prefácio deste blog). O mestre me mostrou o Marketing como ele deve ser. Não como uma caixa de ferramentas, mas como ideologia, religião.

Durante uma manhã de sábado, abordarei reputação, conceitos vanguardistas de branding e, principalmente, retorno sobre investimento. Como um trabalho coerente de marca na era digital pode e deve gerar movimento para as organizações de altaperformance? Espero que eu consiga trazer algumas respostas para os participantes..

Eu sou um, entre alguns outros especialistas contratados pela Madia para ministrar o programa.  Meu amigo Volney Faustini compõe o time de profissionais. Convido-lhes para conhecer o curso. Quem sabe nos vemos lá?

Abraços!

G.

Artigos escritos ou colaborados por Gabriel Rossi:
http://gabrielbranding.com.br/brand-lab/artigos

3 dicas sobre Marketing político moderno

Friday, April 16th, 2010

Venho recebendo alguns e-mails muito bacanas pedindo algumas dicas sobre marketing político na era digital. Abaixo coloquei três observações que nós, da Gabriel Rossi Consultoria, temos aconselhado algumas imagens públicas. Espero que gostem!

G.

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A primeira dica é  fazer com que o político ou candidato realize uma escuta digital estratégica: muito do marketing eleitoral e de suas variações ainda é baseado em intuição ou “achismo”. Os candidatos planejam ações sem necessariamente entender verdadeiramente o comportamento do eleitorado. A maior prova de que isto aconteça é que no início deste ano, que é eleitoral, já surgiram freqüentes incompatibilidades entre a mensagem e o público–alvo nas comunidades digitais. Mesmo em períodos de crise, como responder rápido e de forma eficaz sem monitoramento profissional? Questões como ranking de influenciadores, painel de tendências, análise de sentimento, dispersão, volume, alcance, entre outras tantas devem estar no dia a dia de qualquer candidato que almeje um trabalho sério na web. Lembrando que ouvir por ouvir é algo estéril, precisa entender e planejar o que será feito com o conhecimento assimilado.

A segunda dica que dou é que o candidato ou partido dê uma atenção especial à  Wikipédia, pois ela tem gerado choque de equity para muitas marcas. O meio político não foge à regra. Temos feito estudos nos quais cruzamos os esforços pró-ativos de comunicação dos candidatos–, anúncios de mídia impressa, RP tradicional, Rádio, TV etc., com que está inserido na Wikipédia, e muitas vezes diagnosticamos uma certa dicotomia entre o discurso e a validação da comunidade. A enciclopédia colaborativa possui muita influência, principalmente, entre os jovens. Não podemos esquecer do impacto das mesmas nos sites de busca. Isso afeta reputação e, claro, voto. Não é sempre possível alterá-la, porém este site serve de termômetro. Isso requer, entre outras coisas, bom senso na publicidade. O mundo offline, ou seja, o mundo real, possui uma relação simbiótica com o mundo online, isto é, aquele que está na internet, sites, blogs, comunidades virtuais etc.

Outra sugestão que ainda é possível oferecer a quem quer participar de uma eleição e vivenciar o dia a dia das redes sociais é aceitar que o mundo mudou. Estamos vivendo uma grande transformação de valores. Alguns especialistas chamam este fenômeno de bilateralidade. Não é possível embarcar neste novo paradigma digital sem estar aberto ao diálogo. É necessário, neste caso, descer do pedestal de superstar, falando de igual para igual com a comunidade web. As redes sociais estão contribuindo para um processo de humanização da sociedade em geral e os políticos não estão imunes a este processo. Ora, eles, então, terão também de se humanizar e deixar aquele semblante pasteurizado que apresentavam em campanhas publicitárias de horário gratuito totalmente assépticas.

Outros artigos escritos ou colaborados por Gabriel Rossi: http://gabrielbranding.com.br/brand-lab/artigos