viagra Payday Loans

Archive for the ‘marketing político’ Category

3 dicas sobre Marketing político moderno

Friday, April 16th, 2010

Venho recebendo alguns e-mails muito bacanas pedindo algumas dicas sobre marketing político na era digital. Abaixo coloquei três observações que nós, da Gabriel Rossi Consultoria, temos aconselhado algumas imagens públicas. Espero que gostem!

G.

urna-eletronica-300x243

Marketing político moderno

A primeira dica é  fazer com que o político ou candidato realize uma escuta digital estratégica: muito do marketing eleitoral e de suas variações ainda é baseado em intuição ou “achismo”. Os candidatos planejam ações sem necessariamente entender verdadeiramente o comportamento do eleitorado. A maior prova de que isto aconteça é que no início deste ano, que é eleitoral, já surgiram freqüentes incompatibilidades entre a mensagem e o público–alvo nas comunidades digitais. Mesmo em períodos de crise, como responder rápido e de forma eficaz sem monitoramento profissional? Questões como ranking de influenciadores, painel de tendências, análise de sentimento, dispersão, volume, alcance, entre outras tantas devem estar no dia a dia de qualquer candidato que almeje um trabalho sério na web. Lembrando que ouvir por ouvir é algo estéril, precisa entender e planejar o que será feito com o conhecimento assimilado.

A segunda dica que dou é que o candidato ou partido dê uma atenção especial à  Wikipédia, pois ela tem gerado choque de equity para muitas marcas. O meio político não foge à regra. Temos feito estudos nos quais cruzamos os esforços pró-ativos de comunicação dos candidatos–, anúncios de mídia impressa, RP tradicional, Rádio, TV etc., com que está inserido na Wikipédia, e muitas vezes diagnosticamos uma certa dicotomia entre o discurso e a validação da comunidade. A enciclopédia colaborativa possui muita influência, principalmente, entre os jovens. Não podemos esquecer do impacto das mesmas nos sites de busca. Isso afeta reputação e, claro, voto. Não é sempre possível alterá-la, porém este site serve de termômetro. Isso requer, entre outras coisas, bom senso na publicidade. O mundo offline, ou seja, o mundo real, possui uma relação simbiótica com o mundo online, isto é, aquele que está na internet, sites, blogs, comunidades virtuais etc.

Outra sugestão que ainda é possível oferecer a quem quer participar de uma eleição e vivenciar o dia a dia das redes sociais é aceitar que o mundo mudou. Estamos vivendo uma grande transformação de valores. Alguns especialistas chamam este fenômeno de bilateralidade. Não é possível embarcar neste novo paradigma digital sem estar aberto ao diálogo. É necessário, neste caso, descer do pedestal de superstar, falando de igual para igual com a comunidade web. As redes sociais estão contribuindo para um processo de humanização da sociedade em geral e os políticos não estão imunes a este processo. Ora, eles, então, terão também de se humanizar e deixar aquele semblante pasteurizado que apresentavam em campanhas publicitárias de horário gratuito totalmente assépticas.

Outros artigos escritos ou colaborados por Gabriel Rossi: http://gabrielbranding.com.br/brand-lab/artigos

Branding Político Estratégico (Minha colaboração para o Nós da Comunicação)

Saturday, March 27th, 2010

Político que quer se destacar junto aos eleitores mais conectados deve adotar quais estratégias? Não há uma resposta sob medida, meus amigos. Nossa metodologia considera diversas variáveis como: Proposta de campanha, tamanho do partido, as lideranças fortes agregadas, capilaridade, expectativa de votos, vulnerabilidade de relacionamento com diversos stakeholders, interesse geral do público – alvo pela eleição, orçamento da campanha, avaliação de carisma do candidato, votos de legenda, os rastros encontrados na web social através de um trabalho de auditoria digital, entre diversas outras coisas.

Outra questão é que há uma relação simbiótica entre os resultados nos sites de busca e a reputação de políticos, corporações em geral etc.. Lá é o momento que você se afirma para seus stakeholders. O equity e confiabilidade de qualquer marca cada vez mais se torna o conjunto de resultados nas prateleiras virtuais como Google e Bing. Isso requer um investimento contínuo e não é imediato. No caso da política, pergunte, entre outras coisas, quanto a campanha corpo a corpo, rádio e televisiva influencia na conversa on -line. Indague também: quais aspectos da personalidade são mais admirados pelo eleitor digital? São eles confiabilidade, ética e inteligência, respectivamente?

Falei exatamente sobre os assuntos acima na matéria escrita pela repórter Gabriela Bittencourt para o canal de Comunicação Corporativa Nós da Comunicação. Entre outras opiniões, explicitei a seguinte:

“Não é mais questão de tamanho. A velocidade e influência das comunidades trabalhadas são os fatores mais importantes. Se os candidatos entenderem isso na essência, evoluirão nas mídias sociais muito mais rápido do que diversas empresas ranqueadas entre as 100 maiores”.

Convido vocês para lerem a matéria.

Abraços,

G.

Para Americano Ver (Minha coluna para o Portal Mundo do Marketing)

Friday, March 12th, 2010

Tenho pensado bastante sobre marcas políticas e o impacto das tecnologias emergentes na estrutura do marketing político e da cidadania em geral. Escrevi recentemente o seguinte artigo para o mundo do marketing:

“No final das contas, o público mais participativo no Brasil será aquele composto de jovens escolarizados com recursos que garantem acesso vasto à internet, que têm tempo disponível, já são familiarizados com a atual fase da web e enxergam nela uma fonte respeitável de pesquisa e informação. Esta camada da sociedade, sim, vai mergulhar no mundo web para discutir, adquirir informações (nível global) e eventualmente repassá-las e discuti-las no mundo real com amigos e familiares. Até porque, por opção, ela vê menos TV do que faziam outras gerações.”

Para ler o artigo completo, acesse aqui.

Espero que gostem!

Abraços

G.


WordPress SEO fine-tune by Meta SEO Pack from Poradnik Webmastera