viagra onlineviagraviagra storiesviagra light switchviagra mexicoviagra vs cialis priceviagra professionalviagra resultsviagra pfizerviagra last longerviagra nitroglycerinviagra premature ejaculationviagra tipsviagra expiration dateviagra zoloft interactionviagra headquartersviagra alternativeviagra in womenviagra triangleviagra without edviagra heart attackviagra or cialisviagra 25mg side effectsviagra off patentviagra vs levitra vs cialisviagra manufacturerviagra questionnaireviagra super activeviagra expirationviagra questions and answersviagra usage tipsviagra kaiser permanenteviagra use in womenviagra dangersviagra gumviagra timeviagra contraindicationsviagra to last longerviagra for pulmonary hypertensionviagra kullanimiviagra jokesviagra online prescriptionviagra videoviagra jet lagviagra headacheviagra songviagra makes a romantic relationshipviagra online canadaviagra use in young menviagra voucherviagra red faceviagra patent expirationviagra and foodviagra costviagra knock offsviagra next day deliveryviagra empty stomachviagra theme songviagra zonder voorschriftviagra zoloftviagra with dapoxetineviagra erectionviagra quadriplegicsviagra and alcoholviagra vs. birth controlviagra naturalviagra going genericviagra triangle restaurantsviagra gold 800mg reviewsviagra dosageviagra young menviagra nitric oxideviagra with alcoholviagra vs genericviagra juicingviagra side effects alcoholviagra fallsviagra commercial songviagra joke labelsviagra definitionviagra effectsviagra jetviagra under tongueviagra los angelesviagra high blood pressureviagra commercialviagra pillsviagra kenyaviagra and nitratesviagra lawsuitviagra kidsviagra prescriptionviagra adviagra vs cialisviagra overnightviagra soft tabsviagra buy onlineviagra generic onlineviagra joint painviagra young adultsviagra 100mg priceviagra how does it workviagra kick in timeviagra and cialis togetherviagra best priceviagra yahooviagra vasodilatorviagra release dateviagra like drugsviagra jingleviagra retail priceviagra in canadaviagra forumviagra cialisviagra movieviagra instructionsviagra maximum doseviagra original useviagra shelf lifeviagra ukviagra doesn't workviagra useviagra genericviagra over the counterviagra versus cialisviagra generic dateviagra super forceviagra lastviagra and blood pressureviagra low blood pressure

Archive for the ‘trends’ Category

Corporações, Marcas e Privacidade. Entrevista para a Band News TV

Saturday, May 29th, 2010

Este foi um pequeno trecho do meu debut comentando ao vivo quinta-feira passada para a Band News TV sobre a questão de privacidade vs marcas na internet. De fato, amigos, o aumento da conectividade por banda larga e a chegada de grandes eventos como as eleições e a Copa do Mundo influenciam a aceleração da atividades como spam entre outras invasões de privacidade ao consumidor moderno…

Assunto sério. Realmente. Já havia falado, uma semana antes sobre o mesmo assunto, com  Camila Tuchlinski para a Rádio Eldorado.

Como já sabemos: Práticas como spam não apenas afastam o consumidor, mas criam o sentimento de invasão de privacidade e falta de personalização. Generalização e  invasão de privacidade é tudo que não queremos na era da participação!

Um abraço.

G.

ROI, Reputação e Real vantagem competitiva. Gabriel Rossi na Madia Marketing School.

Wednesday, April 21st, 2010

Tive o prazer de ser chamado para transmitir minhas idéias e conceitos no Madia Digital Marketing, programa que a Madia Marketing School criou e começa agora dia 8 de maio. Muito bacana e importante para mim, pois professor Francisco Madia não apenas foi meu professor, mas também seus artigos e livros foram vitais para que eu optasse pela prática do marketing moderno (inclusive, Madia  é responsável pelo prefácio deste blog). O mestre me mostrou o Marketing como ele deve ser. Não como uma caixa de ferramentas, mas como ideologia, religião.

Durante uma manhã de sábado, abordarei reputação, conceitos vanguardistas de branding e, principalmente, retorno sobre investimento. Como um trabalho coerente de marca na era digital pode e deve gerar movimento para as organizações de altaperformance? Espero que eu consiga trazer algumas respostas para os participantes..

Eu sou um, entre alguns outros especialistas contratados pela Madia para ministrar o programa.  Meu amigo Volney Faustini compõe o time de profissionais. Convido-lhes para conhecer o curso. Quem sabe nos vemos lá?

Abraços!

G.

Artigos escritos ou colaborados por Gabriel Rossi:
http://gabrielbranding.com.br/brand-lab/artigos

Branding Político Estratégico (Minha colaboração para o Nós da Comunicação)

Saturday, March 27th, 2010

Político que quer se destacar junto aos eleitores mais conectados deve adotar quais estratégias? Não há uma resposta sob medida, meus amigos. Nossa metodologia considera diversas variáveis como: Proposta de campanha, tamanho do partido, as lideranças fortes agregadas, capilaridade, expectativa de votos, vulnerabilidade de relacionamento com diversos stakeholders, interesse geral do público – alvo pela eleição, orçamento da campanha, avaliação de carisma do candidato, votos de legenda, os rastros encontrados na web social através de um trabalho de auditoria digital, entre diversas outras coisas.

Outra questão é que há uma relação simbiótica entre os resultados nos sites de busca e a reputação de políticos, corporações em geral etc.. Lá é o momento que você se afirma para seus stakeholders. O equity e confiabilidade de qualquer marca cada vez mais se torna o conjunto de resultados nas prateleiras virtuais como Google e Bing. Isso requer um investimento contínuo e não é imediato. No caso da política, pergunte, entre outras coisas, quanto a campanha corpo a corpo, rádio e televisiva influencia na conversa on -line. Indague também: quais aspectos da personalidade são mais admirados pelo eleitor digital? São eles confiabilidade, ética e inteligência, respectivamente?

Falei exatamente sobre os assuntos acima na matéria escrita pela repórter Gabriela Bittencourt para o canal de Comunicação Corporativa Nós da Comunicação. Entre outras opiniões, explicitei a seguinte:

“Não é mais questão de tamanho. A velocidade e influência das comunidades trabalhadas são os fatores mais importantes. Se os candidatos entenderem isso na essência, evoluirão nas mídias sociais muito mais rápido do que diversas empresas ranqueadas entre as 100 maiores”.

Convido vocês para lerem a matéria.

Abraços,

G.

Marcas e Inovação na Websocial: meu programa na ESPM São Paulo estréia em março

Sunday, January 17th, 2010

Caríssimos,

Recebi a confimação que o programa desenvolvido por mim e a prof. Martha Terenzzo estréia no mês de março pelo Centro de Inovação e Criatividade da ESPM de São Paulo.

As aulas serão compostas de apresentações, cases inéditos e discussões. Especialistas de peso foram convidados para apresentar suas idéias aos alunos. Entre meus convidados especiais estão Carolina Simonetti do Grupo Votorantim e John Gerzema, Chief Insights Officer da Young & Rubicam, autor do best seller mundial “The Brand Bubble”.  Eu estarei debatendo sobre branding moderno via videoconferência com o John.

Durante todo o curso, falaremos sobre os míssionários digitais, tendências do mercado,  Branding defensivo entre outros temas.

Veja o programa:

http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=36

Os inscritos ganham, como um dos diferenciais, acesso (mesmo após o término do programa) à 1° sala de de estudos em Branding digital do Brasil.

Stakeholders buscam conhecimento e amplificam suas emoções a respeito de empresas e marcas de maneira completamente distinta de antes. Consequentemente, a comunicação boca a boca viaja muito mais rápido, criando um conjunto de indicadores (scorecards) e um processo de responsabilização totalmente novos para as empresas. O que sua corporação está fazendo para evoluir diante deste cenário? Como você, profissional de comunicação, marketing e branding pode se atualizar e ganhar real vantagem competitiva?

Enfim, as inscrições estão abertas! Nada dá mais medo que ficar desatualizado.

Grande abraço.

G.

Outros artigos escritos ou colaborados por Gabriel Rossi: http://gabrielbranding.com.br/brand-lab/artigos

Porque seu colaborador precisa utilizar as redes sociais

Saturday, January 9th, 2010

Recebi a pergunta abaixo de um profissional do setor de fitness. Achei interessante compartilhar minha resposta com todos vocês. Abraços!

Gabriel, conversei com algumas grandes redes de academias. Percebi que, mesmo sendo embrionário, atuam nas redes sociais, principalmente no twitter. Porém, pouco estimula o seu cliente interno. O que está errado e o que deveria ser feito para mudar esse panorama?

Principalmente no momento de transição econômica que vivemos, o poder da segmentação é incomensurável. Algumas empresas estão começando a segmentar seu público em comunidades que seus colaboradores possuem influência e relevância. Como conseqüência ocorre a maximização da força deste colaborador, que se torna um poderoso aliado corporativo, transformando os mesmos em verdadeiros representantes de sua marca e seus produtos no mundo digital. Com este processo, as marcas acabam por se valer ou absorver a reputação do próprio colaborador e com isso podem segmentar seus públicos, fortalecer a reputação, testar novos produtos, reduzir o risco de novas campanhas publicitárias, conquistar e antecipar novos clientes, entre outros.

Por isto é necessário que as empresas descubram o relacionamento que seu público interno tem com o ambiente online. Até mesmo porque a execução diária das ferramentas da internet (Twitter, Facebook, Lifestream, entre outros) será feita pelos funcionários. Estas ferramentas tendem a cada vez mais se tornar um apoio ao trabalho de atendimento ao consumidor e é por isto, então, que é importante dedicar esforços ao alinhamento do público interno.

Empresas de vanguarda começam a promover de forma inteligente sites de relacionamento, textos, e outras formas mais abertas de comunicação mesmo dentro da companhia para vitaminar o impacto da marca. A IBM, por exemplo, desenvolve uma série de ferramentas e plataformas de mídias sociais para interagir com seus colaboradores. Entre diversas iniciativas, a marca promove a plataforma de relacionamento “Beehive”, que tem como objetivo ajudar os colaboradores a fazerem novas conexões, manterem-se em contato com atuais amigos e colegas de trabalho e reencontrarem as pessoas que trabalharam no passado dentro da companhia. Compartilham o que elas têm feito nos últimos meses e fotos, organizam eventos e desenvolvem idéias nesta plataforma.

Contagem regressiva para a destruição das marcas mambembes (Eu acredito em Branding levado a sério na era digital)

Tuesday, December 22nd, 2009

O consumidor moderno não admite se relacionar com marcas mambembes na websocial. Fato. É interessante que as mais diversas categorias começam a perceber as oportunidades de interagir de forma mais humana e direta com seu público de interesse, oxigenando as comunidades com conhecimento relevante e recebendo feedback de qualidade, gerando assim real vantagem competitiva e retorno sobre o investimento. Até porque marcas e empresas não podem mais agir como substantivos, ou seja, paradas e com a doce ilusão de que podem prever o mercado e o comportamento dos seus clientes. Posicionamento nunca foi tão temporário e por causa disto é imperativo evoluir lado a lado com o consumidor de maneira humilde e trabalhando de forma mais árdua, incorporando as tecnologias emergentes sem nenhum medo e alimentando comunidades fortes.

Precisamos também atentar para o fato de que ataques do consumidor hoje em dia são cada vez mais comuns e poderosos. Para lidar com esta situação de modo adequado, respondendo rapidamente ao cenário, é necessário um trabalho prévio de rastreamento online da marca realizado de forma profissional. Marcas fortes que atravessam algum período de turbulência possuem mais chances de sair ainda mais revigoradas ao passar por uma crise, se todos os estágios forem planejados corretamente. Importante considerar que os gestores do futuro são desde sempre usuários da internet, portanto, tecnologias digitais, para estes profissionais, são uma coisa intuitiva. Para eles, é óbvio que as marcas mais importantes tenham algum tipo de presença relevante nas redes sociais.

Reproduzo aqui minha contribuição para a matéria “Redes Sociais: Elas ajudam na Construção de sua Marca” presente na edição deste mês da revista Fitness Business:

“Qualquer iniciativa que dê frutos reais no universo digital requer um trabalho sério, metódico e, dependendo da situação, deve ser acompanhado por um profissional competente e especializado. Há muita coisa em jogo e algumas empresas ainda não se atentaram para este fato. Existe às vezes uma visão precipitada de que as melhores marcas e empresas nas redes sociais são aquelas que desenvolvem campanhas e promoções barulhentas. Isto acontece porque gestores erroneamente avaliam que as comunidades digitais pertencem à empresa e à marca e não ao consumidor. Há muito tempo a internet se tornou uma plataforma de relacionamento que as marcas não controlam. Como conselho, sugiro que as empresas desenvolvam uma relação de longo prazo com seus consumidores, alimentando comunidades que já existem sobre ela (empresa), seu produto ou ainda sobre assuntos que tenham a ver com o setor em que ela está inserida. Muitas vezes é um erro acreditar que começar uma nova comunidade fará sentido e trará resultados. Por mais familiarização que sua marca ou empresa possua, não necessariamente as pessoas vão aderir à sua comunidade e sua ideia. Prestigie e alimente comunidades que já existem. ”

Chegou a hora de pararem com experimentos isolados nas mídias sociais e adotarem uma visão estratégica e mais integrada. De uma vez por todas, acredito eu, “social media”, torna-se uma disciplina de negócios embasada em metas mensais claras e alinhada com cada singular departamento. Comece antes de qualquer coisa escutando seu público - alvo e planejando as ações que irá tomar com o conhecimento adquirido. A arte de ouvir sempre foi um alicerce fundamental de marketing, só que, agora, com o advento das tecnologias emergentes, principalmente sites de busca e ferramentas de monitoramento, este conceito foi amplificado. O processo de escuta foi reinventado, ganhou força e vem contribuindo significativamente para a absorção de insights sobre o que os consumidores estão literalmente fazendo. Além disso, nenhuma marca consegue construir credibilidade sem que seus consumidores percebam que estão sendo ouvidos de maneira sincera. Na era digital, em que os consumidores ganham cada vez mais poder de influência, é importante que as empresas mostrem que estão interessadas em ouvir e descer do pedestal corporativo, dando e recebendo feedback diário. Por exemplo, neste processo de escuta nossa orientação para os gestores de médias e grandes empresas (público- alvo da Gabriel Rossi Consultoria) é que repensem seus próprios websites corporativos. De modo geral, estes canais precisam evoluir. Eles passaram há muito tempo de simples cartão de visita para um canal capaz de absorver feedbacks dos consumidores, se tornando mais social, mais “tempo real” e mais dinâmicos.

Abraços, pense nisso e boas festas!

Gabriel.

Ainda sobre intranets… Qual o papel delas no Branding moderno?

Sunday, December 20th, 2009

Dez dias atrás, aproximadamente, colaborei para matéria do jornal o Globo sobre empresas que apostam na intranet como um meio dinâmico de interagir com o funcionário. Eu acredito que, intranets bem trabalhadas podem gerar maior entendimento da promessa e essência da marca, melhorando o alinhamento entre o público interno e o relacionamento de todos com a direção, promovendo a idéia de inclusão e pertencimento. Tudo isto é muito saudável para a marca se for passado de forma consistente e trabalhado de acordo com a cultura da organização. Porém, vale lembrar que, hoje em dia, com o avanço da web social isso não é suficiente. O consumidor digital detesta a mentalidade de divisão que ainda habita as corporações…

Muitas empresas (principalmente brasileiras) precisam atualmente, na verdade, utilizar a intranet como um poderoso facilitador de relacionamentos ao invés de simplesmente um transmissor de informações.

Enfim, a websocial está impulsionando diversas inovações neste campo. Cada vez mais, ferramentas e aplicativos surgirão valorizando o trabalho em comunidade e a mensuração mais rígida do retorno sobre o investimento que o trabalho em grupo gera para a companhia. O que eu percebo é que a intranet encerra uma dinâmica determinada pelo estreitamento, pela segregação, pela reclusão e pelo assentimento. Por exemplo, com a popularidade de ferramentas como o twitter, entre outras, nós iremos observar uma enxurrada de ferramentas de microblogging “realtime” compondo a intranet das empresas. Isso, se bem efetuado, tende a criar:

- Colaboradores fortalecendo suas próprias identidades, influência e reputações – a plataforma ficará muito mais pessoal;

- Aumento da sensibilização dos trabalhos em progresso. O feedback torna-se muito mais rápido;
- Torna-se mais fácil o descobrimento de novos talentos;
- Interações entre indivíduos podem fortalecer seus laços sociais da rede com mais informação para outras ferramentas (como pesquisa, formando o grupo, etc);

- Potencial de superar as outras ferramentas da taxa de adoção (facilidade para começar a utilizar a ferramenta).

Muitas organizações ainda precisam se preparar para esta transformação, mas as vantagens podem ser inúmeras. Vale a pena se preparar para essas mudanças. Basta imaginarmos os benefícios trazidos com o nivelamento hierárquico na comunicação, construção de reputação pessoal por parte do colaborador, partilha de conhecimentos de forma muito mais dinâmica, em tempo real, definida por pequenas trocas diárias, monitoramento de crise interna, etc. Tudo isso é possível se essa plataforma for utilizada de maneira adequada.

Abraços!

Gabriel

Chega de substantivos. Marcas agora são verbos! (O verdadeiro papel do Branding na era digital)

Saturday, December 12th, 2009

Marcas não são mais substantivos para serem promovidas, ou melhor, transmitidas via campanhas curtas, egoístas, estáticas, egocêntricas e irrelevantes. Este modelo é um oxímoro do branding moderno, não é verdade? Agora marcas são verbos e precisam evoluir com as comunidades diariamente, criando fortes e contínuas conexões emocionais, enraizadas em purposes inspiradores, agindo como facilitadoras de relacionamentos em constante estado de reinvenção, aprendizado e movimento, assumindo uma postura que nada é mais garantido, caminhando e progredindo lado a lado com o consumidor. Este, quer ser levado para novos territórios e ser surpreendido…

Deixei recentemente o seguinte comentário no blog do amigo Ricardo Nespoli :

” De fato, na era digital nada mais é permanente, marcas são agora verbos e precisam entrar em constante estágio de evolução e reinvenção. De uma certa forma, a teoria de posicionamento sofre algum desgaste com o avanço da web social. Consumidores - principalmente aqueles que adotaram as tecnologias digitais emergentes a muito tempo - querem ser levados para outros territórios, eles querem ser surpreendidos e observar movimento…

Acho interessante algumas marcas que possuem equities enraizados, como é o caso do WalMart, estarem encontrando formas totalmente novas para se relacionar com seus stakeholders. Nesse caso ainda é mais difícil, pq quando uma marca tem um equity muito enraizado seu público assume que já não hajam mais histórias a serem contadas, ficando mais difícil de continuar se diferenciando….

Eu estava lendo uma matéria no (acho) The New York Times esses tempos, e dei de cara com a tendência na qual consumidores estão se agrupando em comunidades digitais para barganhar preço de gado! Será que alguém ainda acha que pode prever alguma coisa?”

Abraços e pense nisso!

G.

Leitura recomendada:

Fazer branding é abrir estradas -    Ciclo Comunicar Tecnologia



Minha contribuição para o Jornal O Globo - Intranets corporativas precisam evoluir

Sunday, December 6th, 2009
Jornal O Globo

Jornal O Globo

Caros,

Tive o prazer de colaborar com a excelente matéria da jornalista Paula Dias para o Jornal O Globo deste Domingo. Nela, eu falo sobre a necessidade sine qua non de evolução das intranets corporativas para se tornarem poderosas facilitadoras de relacionamentos e impulsionadoras de marcas fortes. Espero que gostem!

Abs. G.

Fonte: Paula Dias Jornal o Globo

Intranet das empresas ainda é pouco participativa

Anomenclatura é parecida, mas uma não tem nada a ver com a outra. Enquanto a internet ganha contornos cada vez mais colaborativos, a intranet — criada para facilitar a comunicação interna entre os integrantes de qualquer tipo de organização — parece caminhar em marcha lenta quando o assunto é interatividade. Pelo menos no caso das empresas: especialistas garantem que a maioria delas ainda trabalha com modelos fechados e pouco atraentes, em que o diálogo acontece em só direção: da chefia para os funcionários.

— Infelizmente boa parte das empresas ainda não incorporou a cultura da intranet. E o medo de mudar é sempre avaliado como maior do que a possibilidade de ganho. Isso bloqueia a evolução da ferramenta em termos conceituais e tecnológicos — lamenta Rodrigo Mol, sócio da m2brnet, agência de marketing digital especializada em sites institucionais e outros serviços.

— Quando se fala em modernidade e colaboração na intranet, os recursos são virtualmente ilimitados. Penso na liberdade que pode ser dada ao usuário para manipular a sua interface ou funcionalidades de modo que a navegação se torne mais prática. Também é possível explorar mais recursos como áudio e vídeo, por exemplo.

Sócio-fundador da consultoria em branding digital que leva seu nome, Gabriel Rossi afirma que um dos principais entraves à evolução da intranet é a falta de abertura das empresas para a inovação tecnológica. Segundo o profissional de marketing, muitos diretores ainda apresentam dificuldades para dividir o controle da informação. Ou, tão comum quanto, simplesmente não usam ferramentas digitais emergentes, como as redes sociais.

— A comunicação corporativa precisa incorporar a cultura da web social em tempo real. Mas, antes, as empresas devem desmistificar algumas questões, como ter funcionários de nível não gerencial debatendo problemas estratégicos, por exemplo — explica Rossi.

Rossi aponta que outro problema é que não há  uma conscientização da importância da manutenção permanente da intranet. Não é porque a ferramenta é destinada ao público interno que qualidades como consistência, clareza, riqueza de conteúdo, apresentação, usabilidade e foco no usuário podem ser ignoradas.

Foi para melhorar a comunicação interna com seus 1,5 mil funcionários em 120 escritórios espalhados pelo Brasil que a XP Investimentos — consultoria na área financeira — apostou num modelo de intranet que vai contra a tradição. A empresa usa um sistema de sala virtual que permite aos usuários compartilharem arquivos, trocarem informações em tempo real e até escutarem boletins com destaques do pregão. É o que o pessoal chama de “rádio XP”: - A programação começa às 9h, com um boletim de quase meia hora em que comentamos as principais notícias que podem influenciar o mercado financeiro.

Depois, ao longo do dia, falamos sobre o movimento nas principais bolsas de valores do mundo — explica Rossano Oltramari, analista chefe da XP, que coordena o conteúdo da “rádio”. No caso da Chubb Seguros, de São Paulo, a inovação tem a ver com imagem. Comunicados internos, antes feitos por e-mail, agora são gravados em vídeo.

O processo é rápido e dinâmico. E o aproveitamento da mensagem, muito maior, garante a superintendente de marketing Maria Celeste Parra.

CONFIANÇA: Para estimular a participação dos funcionários, é preciso quebrar barreiras hierárquicas e criar um ambiente baseado em relações de confiança.

CONHECIMENTO: Usar a intranet como um agregador de conhecimentos contribui para a agilidade dos procedimentos. Desta forma, os funcionários podem debater problemas e ter acesso às soluções usadas no passado para resolvê-los.

INTERAÇÃO: Mais do que conectar empregados e aproximá-los da empresa, a intranet deve dispor de ferramentas práticas e de claro entendimento. Vídeos, blogs, salas de chat, enquetes e espaços para comentários fazem a diferença.

USABILIDADE: Definir uma área de destaque para avisos importantes atrai acessos e torna a interface mais agradável. Para facilitar a navegação, as informações devem estar a poucos cliques dos usuários.

VIA DE MÃO ÚNICA

Interatividade é a palavra de ordem

Novo formato conta com ferramentas que prezam por informação, colaboração e gestão do conhecimento.

Mais do que apostar em inovações tecnológicas para estimular o interesse dos funcionários pela intranet, as empresas precisam rever suas políticas internas. Pelo menos é o que diz Flávio Pimentel, diretor de Inovação Corporativa da Ci&T, consultoria em gestão e marketing digital: para ele, o uso de aplicativos que abrem espaço para comentários exige, automaticamente, a criação de um ambiente mais democrático.

— O problema é que nem sempre as empresas estão preparadas para isso. A partir do momento em que o funcionário ganha ferramentas que facilitam a sua expressão, o gestor precisa estar preparado para se expor e resolver possíveis questionamentos. Trata-se de uma mudança de paradigma que passa por um amadurecimento da cultura organizacional — afirma Pimentel.

Consciente da importância desse processo, o executivo promoveu modificações profundas na intranet da companhia. De um canal unidirecional acessado pelos funcionários apenas para buscar informações, o site se transformou num ambiente de colaboração e relacionamento. Ao todo, 86 blogs — mantidos espontaneamente por diferentes equipes — foram criados para discutir as principais áreas de atuação da empresa, como TI, recursos humanos, inovação e sustentabilidade. A ideia deu tão certo que, três meses depois da mudança, a antiga intranet foi tirada do ar.

— Antes, a troca de informações era feita por e-mail, ou seja, restrita a quem recebe a mensagem. Pensamos que seria mais produtivo criar um portal em que as informações ficassem disponíveis para todos e, ainda, com espaço para comentários — explica Pimentel. — O fato de as pessoas estarem melhor informadas se reflete nos procedimentos. A empresa agora gira mais rapidamente.

Blogs, fóruns e “quiz” estão entre as novidades

O caminho rumo à colaboração escolhido pela Coca-Cola também passa pelos blogs. Lá, os funcionários que viajam a trabalho para outros países, seja a convite ou à frente de projetos importantes, são convidados a compartilhar suas experiências na intranet através da ferramenta. É o caso do gerente de finanças Marcelo Bozzini, que ano passado foi à China, durante as Olimpíadas, para acompanhar ações de execução de mercado. A viagem foi monitorada pela equipe por meio do “Blog do Bozzini” — um dos dez atualmente hospedados na intranet da companhia — e que até hoje é atualizado.

— Na ocasião, as pessoas até pediram, via post, para eu montar uma apresentação quando voltasse para contar ao vivo as histórias — relembra Bozzini. — Já trabalhei em empresas que tinham intranets tradicionais e pouco participativas, o que me deixava incomodado por não ter um canal aberto de comunicação. Não sabia o que ocorria e nem podia comentar fatos interessantes e importantes com outros funcionários.

Manter os empregados informados sobre o que ocorre dentro da empresa é um dos desafios da Net — de assinatura de TV a cabo — que acaba de investir R$1,4 milhão na reformulação de sua intranet. Acessada por 15 mil funcionários espalhados por 13 estados, a plataforma tinha um formato engessado, pouco interativo. Após a realização de uma pesquisa interna, a companhia decidiu investir num modelo colaborativo, com direito a perfis personalizados e fóruns de discussão divididos por área.

— A pesquisa mostrou que a nova intranet deveria se basear em três pilares: gestão do conhecimento, através de ferramentas de wiki e criação de fóruns e bibliotecas virtuais; colaboração, por meio de perfis personalizados, enquetes e interatividade entre os colaboradores; e informação, com a publicação de notícias e vídeos, por exemplo — explica Daniely Gomiero, gerente de comunicação interna e responsabilidade social da empresa.

A alternativa que a Damyller, empresa catarinense de jeanswear — encontrou para combinar informação e colaboração foi criar um “quiz” que testa os conhecimentos dos funcionários da área de vendas. Disponibilizado pela intranet, o jogo inclui cinco perguntas — uma discursiva e quatro objetivas — sobre temas que vão de tecidos a modelagem, passando por tendências de estilo. O participante mostra o que sabe ao mesmo tempo em que acumula pontos e ganha prêmios.

Após enviarmos o gabarito, muitos participantes entram em contato para justificar a resposta e pedir informações. Isso tem contribuído para diminuir a distância entre o setor de desenvolvimento e as lojas — garante Andreia Bortolin, do departamento de produto.

Paula Dias

Paula Dias

MicroBranding: A beleza das pequenas trocas

Sunday, November 15th, 2009

Antigamente, para se alcançar grandes objetivos, as companhias gastavam trilhões e trilhões de dólares mundo afora e investiam esforços conjuntos de todo o seu pessoal para alcançar sua estratégia.

Hoje, com um cenário socioeconômico adverso e com a crescente importância do relacionamento via web, as empresas bem-sucedidas estão apostando no que chamamos de microinteração. Via relacionamento com comunidades na web, as marcas consolidam diariamente um conjunto grandioso de pequenas trocas que lhes permite de fato alcançar vantagem competitiva e driblar o darwinismo de marca, ou seja, a velha seleção natural que dizima algumas delas, favorecendo outras.

Branding hoje, não seria cada vez mais moldado por microinterações sociais diárias? Pense no Twitter, por exemplo. Eu batizo, por enquanto, esse fenômeno de MICROBRANDING. Claro, essa é só uma curta introdução de algo que pretendo escrever muito ainda.  Me aguardem… :)

Abs.

G.


WordPress SEO fine-tune by Meta SEO Pack from Poradnik Webmastera