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	<title>Comments on: Chega de substantivos. Marcas agora são verbos! (O verdadeiro papel do Branding na era digital)</title>
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	<description>Estratégias de marca na web social, Palestras de Marketing Digital, Consultoria de Monitoramento de Redes Sociais.</description>
	<pubDate>Thu, 17 May 2012 08:39:21 +0000</pubDate>
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		<title>By: Gabriel Rossi - Branding Digital (Portuguese)&#187; Blog Archive &#187; O tempo passa mas a essência fica. Branding até morrer.</title>
		<link>http://gabrielbranding.com.br/marcas-agora-sao-verbos#comment-30598</link>
		<dc:creator>Gabriel Rossi - Branding Digital (Portuguese)&#187; Blog Archive &#187; O tempo passa mas a essência fica. Branding até morrer.</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 03:12:02 +0000</pubDate>
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		<description>[...] de ser convidado para dar uma entrevista ao canal americano de Zach Braiker. Nele, falei sobre Branding de vanguarda e tecnologias disruptas. Peço desculpas aos amigos que não se sentem tão confortáveis para [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de ser convidado para dar uma entrevista ao canal americano de Zach Braiker. Nele, falei sobre Branding de vanguarda e tecnologias disruptas. Peço desculpas aos amigos que não se sentem tão confortáveis para [...]</p>
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		<title>By: Gabriel Rossi - Branding Digital (Portuguese)&#187; Blog Archive &#187; Fim da linha para marcas mambembe</title>
		<link>http://gabrielbranding.com.br/marcas-agora-sao-verbos#comment-19906</link>
		<dc:creator>Gabriel Rossi - Branding Digital (Portuguese)&#187; Blog Archive &#187; Fim da linha para marcas mambembe</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 01:55:04 +0000</pubDate>
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		<description>[...] vantagem competitiva e retorno sobre o investimento. Até porque marcas e empresas não podem mais agir como substantivos, ou seja, paradas e com a doce ilusão de que podem prever o mercado e o comportamento dos seus [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] vantagem competitiva e retorno sobre o investimento. Até porque marcas e empresas não podem mais agir como substantivos, ou seja, paradas e com a doce ilusão de que podem prever o mercado e o comportamento dos seus [...]</p>
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		<title>By: Gabriel Rossi</title>
		<link>http://gabrielbranding.com.br/marcas-agora-sao-verbos#comment-19863</link>
		<dc:creator>Gabriel Rossi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 20:41:09 +0000</pubDate>
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		<description>Alan, tudo bom?

Acredito que ,  principalmente , em plataformas onde as oportunidades para humanizar a marca sejam maiores (twitter), só há sentido se a empresa souber utilizá-las primeiramente em nome da essência da marca. Se você vai além do buzz, ou seja, da promoção pura e simples, a confiança do público de interesse e os lucros seguirão naturalmente. 

Tenhamos em mente que a tecnologia é apenas uma commodity de toda esta história, percebamos uma chance clara de aprender diariamente e humanizar o branding, mostrando que há pessoas de carne e osso por trás das marcas.

Gosto também de citar o argumento da "Diferenciação Energizada" levantado por John Gerzema e Ed Lebar no livro "The Brand Bubble". Aqui, acredito eu, há um confronto direto com o celebrado livro de Al Ries e Jack Trout. Claro, isso varia de categoria para categoria... Porém, basicamente, não basta ser diferente na era digital, é necessário continuar sendo diferente... Em entrevista que fiz com o &lt;a href="http://twitter.com/johngerzema" rel="nofollow"&gt;John&lt;/a&gt; para o Mundo do Marketing, olha oq o mesmo disse:

"Os consumidores pareciam estar cativados por uma qualidade que refletia uma experiência mais excitante, dinâmica e criativa. Eles estavam concentrando a paixão deles e poder de compra em um menor portfólio de marcas especiais – porque elas continuavam sempre evoluindo. Nós descobrimos que o poder de diferenciação é o que marcas estelares possuem em comum. Nós batizamos isto de “Diferenciação Energizada”, que reflete não só a ideia do diferente – elas mantêm-se diferentes, utilizando movimento, momento e criatividade.

Energia tem um papel muito significativo em proteger e aprimorar a diferenciação da marca. Seus três componentes são:
• Visão – A proposta e aspirações da marca, geralmente originada da liderança, das convicções e da reputação da organização por trás da marca.
• Invenção – A dimensão tangível mais importante, demonstrando a visão da marca através de inovação de produto e serviço, design, conteúdo, entre outras experiências táteis de marca.
• Dinamismo – Como a marca expressa sua visão no mercado de forma dinâmica para criar “persona”, emoção e evangelismo através de suas ações de marketing."

Abraços!

G.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alan, tudo bom?</p>
<p>Acredito que ,  principalmente , em plataformas onde as oportunidades para humanizar a marca sejam maiores (twitter), só há sentido se a empresa souber utilizá-las primeiramente em nome da essência da marca. Se você vai além do buzz, ou seja, da promoção pura e simples, a confiança do público de interesse e os lucros seguirão naturalmente. </p>
<p>Tenhamos em mente que a tecnologia é apenas uma commodity de toda esta história, percebamos uma chance clara de aprender diariamente e humanizar o branding, mostrando que há pessoas de carne e osso por trás das marcas.</p>
<p>Gosto também de citar o argumento da &#8220;Diferenciação Energizada&#8221; levantado por John Gerzema e Ed Lebar no livro &#8220;The Brand Bubble&#8221;. Aqui, acredito eu, há um confronto direto com o celebrado livro de Al Ries e Jack Trout. Claro, isso varia de categoria para categoria&#8230; Porém, basicamente, não basta ser diferente na era digital, é necessário continuar sendo diferente&#8230; Em entrevista que fiz com o <a href="http://twitter.com/johngerzema" rel="nofollow">John</a> para o Mundo do Marketing, olha oq o mesmo disse:</p>
<p>&#8220;Os consumidores pareciam estar cativados por uma qualidade que refletia uma experiência mais excitante, dinâmica e criativa. Eles estavam concentrando a paixão deles e poder de compra em um menor portfólio de marcas especiais – porque elas continuavam sempre evoluindo. Nós descobrimos que o poder de diferenciação é o que marcas estelares possuem em comum. Nós batizamos isto de “Diferenciação Energizada”, que reflete não só a ideia do diferente – elas mantêm-se diferentes, utilizando movimento, momento e criatividade.</p>
<p>Energia tem um papel muito significativo em proteger e aprimorar a diferenciação da marca. Seus três componentes são:<br />
• Visão – A proposta e aspirações da marca, geralmente originada da liderança, das convicções e da reputação da organização por trás da marca.<br />
• Invenção – A dimensão tangível mais importante, demonstrando a visão da marca através de inovação de produto e serviço, design, conteúdo, entre outras experiências táteis de marca.<br />
• Dinamismo – Como a marca expressa sua visão no mercado de forma dinâmica para criar “persona”, emoção e evangelismo através de suas ações de marketing.&#8221;</p>
<p>Abraços!</p>
<p>G.</p>
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		<title>By: alan david</title>
		<link>http://gabrielbranding.com.br/marcas-agora-sao-verbos#comment-19862</link>
		<dc:creator>alan david</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 19:57:36 +0000</pubDate>
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		<description>de certa forma as marcas precisam interagir e estar integradas com os usuários.. de certa forma está relacionada a social media. As marcas presentes onde está os usuários, seria algo relacionado?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>de certa forma as marcas precisam interagir e estar integradas com os usuários.. de certa forma está relacionada a social media. As marcas presentes onde está os usuários, seria algo relacionado?</p>
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