viagra Payday Loans

Posts Tagged ‘branding’

O Futuro do Branding?

Monday, June 1st, 2009

O que está guardado no futuro para o Branding? Oras, se eu tivesse uma resposta exata, provavelmente estaria em um outro tipo de negócio, concorrendo com a mãe Dináh entre outras figuras folclóricas.  Brincadeiras a parte, aqui vão algumas de minhas conjeturas:

. Cada vez mais profissionais e organizações perceberão que os velhos alicerces de Marketing & Branding continuam os mesmos com a chegada da era digital (simplicidade, cumprimento de promessas , consistência nos pontos de contato, ouvir e estar próximo do consumidor etc…). Na verdade, eles foram amplificados!

. Qualidade no atendimento ao consumidor e feedback rápido/transparente (utilizando canais como microblogs),  serão a chave para o triunfo.

. CEOs carismáticos ganharão cada vez mais importância no processo de construção de marcas, quebrando barreiras entre o público interno, aprendendo e ensinando, ouvindo perguntas que não ouviam antes.

. Marcas estarão cada vez mais ligadas as ideologias e causas , pelo fato que as redes sociais aceleram o processo de humanização delas. As pessoas cada vez mais esperarão que as marcas defendam pontos de vista e saiam de cima do muro. Ex: MTV com campanhas de conscientização do público jovem em relação a Aids, Direitos Humanos, tolerância cultural, voto (Rock the Vote) etc…

. Conexões emocionais serão cada vez mais importantes até mesmo em produtos e serviços commodities, já que ficará impossível se diferenciar apenas por benefícios funcionais na era Google/Twitter (novos talentos, produtos e serviços emergem a todo o momento).

. Microinterações continuarão ensinando marcas de grande escala a darem valor a pequenos atos, entendendo que todos são influenciadores com potencial viral. Ex: Ford.

. Companhias que passam por fusões, simplificarão sua arquiteturas de marca, reduzindo seus portfólios para um melhor gerenciamento dos mesmos. “Menos significará mais”.

. Consumer Generated Media continuará crescendo e  formas inovadoras de expressão do consumidor aparecerão, exigindo uma contabilidade totalmente nova das marcas.

. Confiança será condição sine qua non para qualquer marca séria que respeita o rastro digital que o boca a boca deixa e deixará em sites de busca.

. Mais marcas investirão em diferenciação contínua e diária, até mesmo as que são provenientes de categorias de ‘baixa-energia’ (como argumentado no livro “The Brand Bubble“).

. Por um lado, o trabalho dos profissionais de Branding migrará de uma arte efêmera para uma ciência mais exata: Novas plataformas designadas para ‘ouvir’ o consumidor no universo on-line aparecerão (gerenciar o boca a boca será ainda mais vital), e novas métricas serão definidas, evoluindo do atual  modelo.

. Mobile Marketing sairá da sua infância e a tecnologia QR obrigará que o trabalho de Branding leve a idéia de consistência ao extremo. Imagine um consumidor que estará apto a comparar diversos pontos de contato através de um único aparelho. Tudo precisará estar alinhado. Branding, por este aspecto, será mais arte do que nunca. Exatamente como uma orquestra…

.  Mais empresas e marcas no Brasil entenderão que as redes sociais são muito mais que um canal de divulgação de campanhas isoladas, utilizando-as para recolher verdadeiros insights de seu público de interesse, criando relacionamentos que realmente importam e perpetuam.

Poderia escrever uns 10 posts de opiniões minhas sobre o futuro do Branding… Agora é sua vez. Na sua opinião, o que está reservado para nós?

O Branding e seu valor social

Sunday, May 17th, 2009
Branding

Branding

Será que os críticos de Marketing & Branding (por mais levianos que muitos sejam) já refletiram sobre o valor sócio-econômico e cultural das marcas no mundo atual? Será mesmo que os tais ‘marketeiros’ (que também constroem marcas) são tão mau intencionados assim? Inspirado por um livro da Rita Clifton que li recentemente, cito alguns pontos no qual considero relevantes para a defesa da nossa prática (assumindo que Marketing e Branding são faces da mesma moeda).

Eu acredito que as marcas e consequentemente os profissionais sérios de Marketing e Branding possuem muito valor para a sociedade de hoje pelo fato que:

Inovam: A maneira que as marcas afetam a inovação acarreta benefícios sociais. Será que, por exemplo, a corporação Procter & Gamble desenvolveria tantos produtos de custo mais baixo e qualidade adequada se não houvessem marcas para associar todo seu investimento e risco? Será que as empresas de telefonia nos países em desenvolvimento estariam motivadas a melhorar a vida das pessoas em lugares remotos como interior do Perú, India e Paquistão? Digo que não! As marcas são parte vital desta equação.

A competição mercadológica e a necessidade de inovar diariamente como a única forma de se combater atualmente o Darwinismo de marca, acarreta benefícios a comunidade em forma de novos empregos, dinheiro injetado na economia, produtos e serviços mais rápidos, funcionais e modernos.

Realmente protegem o consumidor: Sim! Marcas são um grande mecanismo orgânico de proteção ao consumidor. Pra começar, se não houvessem marcas, como os orgãos de proteção ao consumidor funcionariam? Averiguar o quê?

Também, toda marca e profissional de Marketing que se preze necessita manter a lealdade do consumidor. Isto acarreta produtos cada vez mais confiáveis e seguros, especialmente nos dias atuais onde consumidores se manifestam através de inúmeros megafones e a linha entre o influenciador e o não influenciador é cada vez mais tênue (case Motrin).

Facilitam relacionamentos que importam: As marcas unem as pessoas através de um interesse, paixão em comum. Isto nunca foi tão verdade: marcas principalmente através de micro-interações alimentam suas comunidades através de seus valores fundamentais e conteúdo relevante relacionado ao mercado e realidade que estão inseridas. Consequentemente, pessoas são convidadas a participarem, darem opiniões, conhecerem semelhantes e criarem enfim, relacionamentos de amizade que importam. Ford no Twitter é um bom exemplo de uma marca que utiliza o ecossistema digital para também agir como facilitador social.

Há diversos outros argumentos. O que você pensa? Adoraria ouvir sua opinião.

Leitura recomendada
Brands and Branding


WordPress SEO fine-tune by Meta SEO Pack from Poradnik Webmastera