Posts Tagged ‘digital branding’

Meu livro?

Monday, June 21st, 2010

Alguns amigos, muito gentilmente, tem me perguntado sobre meus planos em escrever um livro que englobe minhas idéias e estudos sobre a nova natureza das marcas e corporações na era digital.

Caros, eu tenho o argumento central já escolhido e o mesmo ainda requer trabalhos “in loco”. Falta tempo no momento, mas quem sabe no ano que vem?

Abraços fortes.

G.

Marcas, Sala de Estudos, Privacidade e Segurança do Consumidor. (Gabriel Rossi Consultoria no Jornal Hoje da Globo).

Thursday, June 3rd, 2010

Caros,

Eu tive o prazer de colaborar como  “âncora” para uma matéria do Jornal Hoje da TV Globo nesta quinta-feira, falando  sobre privacidade e segurança do consumidor vs marcas e corporações.

Segurança e Privacidade dos stakeholders, em minha opinião, são uma das maiores tendências que o branding de qualidade deve olhar.

Espero que gostem!

http://g1.globo.com/especiais/africa-do-sul-2010/noticia/2010/06/criminosos-usam-copa-para-espalhar-virus-e-roubar-dados-pela-web.html

Um abraço forte.

G.

Corporações, Marcas e Privacidade. Entrevista para a Band News TV

Saturday, May 29th, 2010

Este foi um pequeno trecho do meu debut comentando ao vivo quinta-feira passada para a Band News TV sobre a questão de privacidade vs marcas na internet. De fato, amigos, o aumento da conectividade por banda larga e a chegada de grandes eventos como as eleições e a Copa do Mundo influenciam a aceleração da atividades como spam entre outras invasões de privacidade ao consumidor moderno…

Assunto sério. Realmente. Já havia falado, uma semana antes sobre o mesmo assunto, com  Camila Tuchlinski para a Rádio Eldorado.

Como já sabemos: Práticas como spam não apenas afastam o consumidor, mas criam o sentimento de invasão de privacidade e falta de personalização. Generalização e  invasão de privacidade é tudo que não queremos na era da participação!

Um abraço.

G.

Estratégias Políticas na Internet: Prognósticos e Confirmações…

Sunday, May 23rd, 2010

Desde o ano passado, eu e minha equipe estamos “soltando “alguns artigos e opiniões sobre o cenário das eleições 2010 na web. Hoje tive uma sensação boa, pois grande parte de nossos prognósticos se mostram verdadeiros.

No geral, ainda ignoram um fator básico: Esse novo eleitor constantemente filtra mensagens na velocidade da luz. Seu candidato possui uma idéia diferenciada relevante e um plano de monitoramento on-line 24hrs que permite entrar em cada conversa com etiqueta e extrema relevância? Crie um processo de escuta on-line extremamente profissional e identifique os formadores de opinião e entusiastas em cada ambiente, gerando conteúdo sempre fresco, estimulando, engajando e viabilizando a prospecção no corpo a corpo para amigos, familiares entre outros. Não é mais questão de tamanho. A velocidade e influência das comunidades trabalhadas são os fatores mais importantes. Se os candidatos entenderem isso na essência, evoluirão nas mídias sociais muito mais rápido que diversas empresas ranqueadas nas 100 maiores da Exame.

Bem, olhem e tirem suas proprias conclusões sobre os prognósticos que temos feito …

Entrevista para a TV OAB (Outubro 2009)

A estratégia de Ben Self terá sucesso no Brasil? | Mundo do Marketing (Março 2010)

3 Dicas Fundamentais sobre Marketing Político Moderno / Portal Inteligemcia (Fevereiro 2010)

Web 2.0 amplia meios de fazer marketing político (Ciclo Comunicar Política)

Um grande abraço e aguardem novos estudos e artigos.

G.

O tempo passa mas a essência fica. Paixão por Marketing & Branding até morrer.

Friday, April 23rd, 2010

Há pouco mais de um ano, eu tive o prazer de ser convidado para dar uma entrevista ao canal americano de Zach Braiker. Nele, falei sobre branding de vanguarda e tecnologias disruptivas. Peço desculpas aos amigos que não se sentem tão confortáveis para lerem uma entrevista em inglês, mas esse texto é tão importante e relevante para mim, que resolvi postá-lo neste blog na íntegra.  Convido -lhes para a leitura a baixo. Espero que gostem!

Gabriel Rossi – Branding Strategist

written on February 23rd, 2009 by Zach Braiker

Gabriel Rossi – Branding Strategist

Gabriel Rossi understands branding. He shares articles, insights and encouragement about branding via twitter every day.  He consistently ads value, which is why I follow him. If you like what you hear, he’s @gabrielrossi. Introduce yourself and continue this conversation.

1. Please name a few companies who are effectively branding right now and why would you call their branding effective?

Gabriel Rossi: The Marketing Store: They are one of the world’s largest integrated marketing communications companies. Martins Vieira Jr (Their CEO in Brazil) is a dear friend of mine and someone who really believes in the importance of internal transparency and solid bonds with his team. What’s the result of emotional connections with your employees? The brand delivers on its promise with outstanding performance. The Marketing Store doesn’t put lipstick on a pig.  They fulfill high expectations. That’s why I like the brand.

B. McDonald’s: I must confess that my consumer side sometimes gets very critical about their customer service. It’s also true that McDonald’s needs to improve its online posture (more friendly and accessible feedback platforms, for example). However, the giant made a very smart move by coming back to the basics. Instead of blindly relying on growth, they focused on what made them so strong during all these years, better exploiting ‘the infant’ archetype as well as starting to pay more attention to things like quality, cleanliness etc..

C. Hyundai: The brand understands the vital importance of creativity when facing tough times. Hyundai’s recent Assurance program was very smart and a sign of truly consumer centric approach.

2. If a company wants to rebrand itself, what are a few things it should consider?

Gabriel Rossi: Rebranding is a bit more than changing the design of your logo. Rebranding is a long process (usually takes years) and always requires an inside-out response. You need to craft your brand again from the inside-out. It can be quite challenging, tricky and dangerous. Do it quietly and patiently… I advise companies to invest time in sorting internal issues out first of all. Ask your employees what the company represents to them. Do they understand its story and ambitions? What kind of dreams do they have for the future? Where does your organization want to go taking into consideration the current market place?

3. Is the process individuals use for personal branding different from the one companies use?

Gabriel Rossi: The concept of ‘Personal Branding’ was introduced by Tom Peters over a decade ago.  It’s a pity that it’s so misused and banalized by self-aclaimed ‘leading experts’ and gurus.  Me me me me… Your brand is a lot more than what you want to generate by the color of your blackberry or the price of your suit… Your brand is about who you really are inside people’s minds and hearts. It’s not about me, it’s about THEM. A personal brand is what they are going to say about you when you turn your computer off…

On one hand, we are considering people’s gut feelings about an organization or its products or services. On the other, we are talking about people’s feelings about you as a human being.  Have you performed a self-assessment of your strengths, weaknesses and ambitions?  Are you an authentic and happy person? Have you let people down?

4. What is the compelling sales benefit for a branding investment in this economy?

Gabriel Rossi: I’m a marketer. I’m a huge believer in profit.  If a brand doesn’t serve the sales force, it’s like putting the cart before the horse.

“…. Profit is not the primary goal, but rather an essential condition for the company’s continued existence”  – Peter Drucker
The Practice of Management by Peter F. Drucker

5.  Who should participate in branding a company?

Gabriel Rossi: A Brand is a collaborative process. In other words, a Brand is generally made by strong relationships with all its stakeholders. It takes not only the marketing department, but also the internal force, communities, media, investors, in some cases Government or even the local Church.

6. How does a business owner know whether she has effectively branded her company?

Gabriel Rossi: I think quality Branding coupled with a solid and competitive business plan should define whether a company will survive or not in this ‘new digital era.’  We (consumers) need shortcuts that help us simplify our choices. Clutter gets worse every day and we lack time. Decreased price sensitivity, increase of profitability and market share are just some examples of the power of a strong brand.

7. Should companies think differently about branding when it comes to twitter?

Gabriel Rossi: The basic principles of branding in Social Media are very much the same. Lessons that guys like Drucker, Levitt and Al Ries taught us have shown to be immutable. For example, listening and talking to your consumers are still vital things to do before starting any Branding effort. Allen Adamson makes a really good point on his new book ‘Brand Digital’:

“… Given that the primary objective of any organization should be to get a better understanding of human thought and behavior in order to serve people’s unmet needs, the magnifying power of digital is a very good thing, if it is used in this manner. It is a good thing if an organization uses it as it should ne used to gain meaningful insights about its core audience and its primary competitors…”

I would go further and say that good Branding Professionals go outside their offices and come back with their hands full of dirt, brains fueled by consumer’s stories and their feet in need of recovery.  No brand has any value without market validation. Powerful Brands in the digital world don’t rise from mirrored offices. Go outside and remove the illusion of separation between you and your consumer. Digital Branding is not about us. It’s about THEM! It’s a symbiotic process that has only any value if it fulfills needs and expectations. Windows instead of mirrors always folks.

8. Can you recommend a few articles that help a small to medium sized business understand branding?

Classics

Marketing Myopia‘ by Theodore LevittMarketing Myopia by Theodore Levitt

Recent

In Praise of Marketing‘ by John Quelch (one of the best articles about Modern Marketing I’ve read in ages)

In Praise of Marketing by John Quelch

Books

‘Building Strong Brands’ by David Aaker.
‘Corporate Religion’ Jesper Kunde and B.J. Cunningham
‘Brand Digital’ and ‘Brand Simple’ both by Allen Adamson
‘Brand Aid’ by Brad VanAuken
‘Authenticity’ by James Gilmore
‘Zag’, ‘The Brand Gap’ and ‘The Designful Company’ by Marty Neumeier
Positioning by Ries and Trout (One of the most important books in the history of Marketing & Branding)
‘The Practice of Management’ by Peter Drucker (Chapter 5 is responsible for what we call Modern Marketing today)
‘A Clear Eye’ by Tom Asacker
‘The Brand Bubble’ by John Gerzema and Ed Lebar
‘Taking Brand Initiative’ by Hatch and Schultz
‘Surviving is Not Enough’ by Seth Godin
‘The Open Brand’ by Kelly Mooney
‘Satisfied Customers Tell Three Friends, Angry Customers Tell 3,000: Running a Business in Today’s Consumer-Driven World’ by Pete Blackshaw

Missionários digitais levam empresas a ganhar dinheiro e fortalecer marca no espaço web (Contribuição para a Folha de São Paulo)

Sunday, March 14th, 2010

Hoje foi publicada matéria que fui citado como fonte na Folha de São Paulo sobre empresas que utilizam colaboradores para darem suporte ao consumidor e fortalecerem a marca corporativa na web social. Muito bacana! Convido vcs a leitura! Também pode ser visto on-line aqui.

Na matéria falo sobre os missionários digitais, tendência reforçada pela agência Edelman, que enfatiza a necessidade de converter colaboradores em representantes da companhia nas redes de relacionamento deve chegar com força ao Brasil. Para isso, empresas devem incentivar seus funcionários a entrarem no mundo digital e ter política clara sobre o assunto…

Ao invés de proibir ostensivamente a utilização dos diversos recursos da internet – as chamadas redes sociais de relacionamento (MSN, Orkut, Facebook e Twitter, entre outros), empresas terão muito a ganhar – inclusive financeiramente – se transformarem os seus colaboradores em verdadeiros representantes de sua marca e seus produtos no mundo digital. A empresa norte-americana de processadores Intel largou na frente , inclusive publicando em seu portal corporativo uma política que sugere diretrizes sobre como os colaboradores da companhia devem se portar nas redes sociais, caso queiram se manifestar sobre a organização. A política está disponível na versão brasileira do site da companhia (www.intel.com.br) . A Intel desenvolveu este arcabouço de orientações de forma humana e informal, de maneira que consegue chegar a todos com muita clareza, com muita transparência, sem confundi-lo. Tornar um funcionário um missionário digital é uma tendência que em muito breve veremos com freqüência no Brasil e no mundo.

Ao possibilitar que um colaborador atue como missionário digital, a companhia se vale de um profissional que está mais próximo do cliente final da empresa e, portanto, tem com ele contato direto, afinidade e agilidade no relacionamento. Vale lembrar o case da Zappos (www.zappos.com), uma empresa online de venda de calçados ainda pouco conhecida no Brasil. Por ter nascido digital, a alta direção da Zappos acreditou ser natural que seus funcionários se valessem de canais como o Twitter e Facebook para se aproximarem dos consumidores com liberdade, evangelizar pela empresa e incorporarem a transparência corporativa como característica fundamental. O resultado não poderia ser melhor: a empresa comemora um faturamento anual da ordem de US$ 1 bilhão. A Zappos se tornou um case bem-sucedido porque conseguiu criar uma cultura interna de felicidade entre seus colaboradores e, ao mesmo tempo, exigir deles o comprometimento com um serviço acima da média. A grande sacada foi conseguir naturalmente que seus colaboradores trouxessem essa cultura para a web, e os resultados financeiros da empresa aconteceram sem grandes investimentos em publicidade.

No Brasil, é possível dizer que esta tendência ainda caminha devagar, com a maioria das empresas proibindo o acesso a redes como Twitter, MSN e Facebook durante o expediente e monitorando a atuação, inclusive pessoal de seus funcionários em redes sociais. Possivelmente, esta postura está com os dias contadas, uma vez que o avanço tecnológico, os hábitos da geração mais jovem e o baixo custo da comunicação via web devem promover mudanças – inclusive de modelos de negócios – na maior parte das empresas.

Vencerão a guerra no espaço web as marcas que conseguirem se humanizar a seus consumidores. Ao tornar seus colaboradores missionários da marca, as empresas nada mais estão fazendo do que humanizando o seu relacionamento, pois muitos deles são pessoas que têm muita influência em comunidades online. Com este processo, as marcas acabam por se valer ou absorver a reputação do próprio missionário e com isso pode segmentar seus públicos, fortalecer a reputação, testar novos produtos, reduzir o risco de novas campanhas publicitárias, conquistar e antecipar novos clientes, entre outros. Listo ainda as empresas Ford (montadora norte-americana de automóveis), BestBuy (varejista de produtos eletrônicos), e a Sun (softwares) como bons exemplos de companhias que já tornaram seus funcionários – ou parte deles – em verdadeiros missionários digitais.

Abraços amigos e pense nisso!

G.

artigos escritos ou colaborados por Gabriel Rossi: http://gabrielbranding.com.br/brand-lab/artigos

Marcas e Inovação na Websocial: meu programa na ESPM São Paulo estréia em março

Sunday, January 17th, 2010

Caríssimos,

Recebi a confimação que o programa desenvolvido por mim e a prof. Martha Terenzzo estréia no mês de março pelo Centro de Inovação e Criatividade da ESPM de São Paulo.

As aulas serão compostas de apresentações, cases inéditos e discussões. Especialistas de peso foram convidados para apresentar suas idéias aos alunos. Entre meus convidados especiais estão Carolina Simonetti do Grupo Votorantim e John Gerzema, Chief Insights Officer da Young & Rubicam, autor do best seller mundial “The Brand Bubble”.  Eu estarei debatendo sobre branding moderno via videoconferência com o John.

Durante todo o curso, falaremos sobre os míssionários digitais, tendências do mercado,  Branding defensivo entre outros temas.

Veja o programa:

http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=36

Os inscritos ganham, como um dos diferenciais, acesso (mesmo após o término do programa) à 1° sala de de estudos em Branding digital do Brasil.

Stakeholders buscam conhecimento e amplificam suas emoções a respeito de empresas e marcas de maneira completamente distinta de antes. Consequentemente, a comunicação boca a boca viaja muito mais rápido, criando um conjunto de indicadores (scorecards) e um processo de responsabilização totalmente novos para as empresas. O que sua corporação está fazendo para evoluir diante deste cenário? Como você, profissional de comunicação, marketing e branding pode se atualizar e ganhar real vantagem competitiva?

Enfim, as inscrições estão abertas! Nada dá mais medo que ficar desatualizado.

Grande abraço.

G.

Outros artigos escritos ou colaborados por Gabriel Rossi: http://gabrielbranding.com.br/brand-lab/artigos

Mídias sociais: a necessidade caótica da evolução do debate (Novo Artigo coluna Mundo do Marketing)

Friday, January 15th, 2010

Caros,

Tive o enorme prazer de publicar mais um artigo para minha coluna do Mundo do Marketing!

Falo sobre a necessidade imediata de progressão constante e da chegada de dados, soluções e ideias desafiadoras, mais profundas e ‘business - oriented’…  Abaixo um breve trecho do artigo:

“Chegou a hora de iniciar uma nova discussão, trazer ar fresco para o mundo corporativo. Precisamos – todos – nos tornar, talvez, um pouco mais seletivos em relação ao conteúdo. É importante lembrar que, para o branding moderno e as comunidades digitais gerarem real vantagem competitiva em muitas organizações, é preciso que os responsáveis embarquem em uma jornada de trabalho metódica em torno da essência da marca e mergulhem de cilindro em um trabalho que integre as mídias sociais junto a todo singular departamento dentro da companhia – nível gerencial ou não. “

Convido vocês para lerem o artigo completo aqui .

Abraços e ótimo fim de semana.

G.

Outros artigos escritos ou colaborados por Gabriel Rossi:  http://gabrielbranding.com.br/brand-lab/artigos

Porque seu colaborador precisa utilizar as redes sociais

Saturday, January 9th, 2010

Recebi a pergunta abaixo de um profissional do setor de fitness. Achei interessante compartilhar minha resposta com todos vocês. Abraços!

Gabriel, conversei com algumas grandes redes de academias. Percebi que, mesmo sendo embrionário, atuam nas redes sociais, principalmente no twitter. Porém, pouco estimula o seu cliente interno. O que está errado e o que deveria ser feito para mudar esse panorama?

Principalmente no momento de transição econômica que vivemos, o poder da segmentação é incomensurável. Algumas empresas estão começando a segmentar seu público em comunidades que seus colaboradores possuem influência e relevância. Como conseqüência ocorre a maximização da força deste colaborador, que se torna um poderoso aliado corporativo, transformando os mesmos em verdadeiros representantes de sua marca e seus produtos no mundo digital. Com este processo, as marcas acabam por se valer ou absorver a reputação do próprio colaborador e com isso podem segmentar seus públicos, fortalecer a reputação, testar novos produtos, reduzir o risco de novas campanhas publicitárias, conquistar e antecipar novos clientes, entre outros.

Por isto é necessário que as empresas descubram o relacionamento que seu público interno tem com o ambiente online. Até mesmo porque a execução diária das ferramentas da internet (Twitter, Facebook, Lifestream, entre outros) será feita pelos funcionários. Estas ferramentas tendem a cada vez mais se tornar um apoio ao trabalho de atendimento ao consumidor e é por isto, então, que é importante dedicar esforços ao alinhamento do público interno.

Empresas de vanguarda começam a promover de forma inteligente sites de relacionamento, textos, e outras formas mais abertas de comunicação mesmo dentro da companhia para vitaminar o impacto da marca. A IBM, por exemplo, desenvolve uma série de ferramentas e plataformas de mídias sociais para interagir com seus colaboradores. Entre diversas iniciativas, a marca promove a plataforma de relacionamento “Beehive”, que tem como objetivo ajudar os colaboradores a fazerem novas conexões, manterem-se em contato com atuais amigos e colegas de trabalho e reencontrarem as pessoas que trabalharam no passado dentro da companhia. Compartilham o que elas têm feito nos últimos meses e fotos, organizam eventos e desenvolvem idéias nesta plataforma.

Contagem regressiva para a destruição das marcas mambembes (Eu acredito em Branding levado a sério na era digital)

Tuesday, December 22nd, 2009

O consumidor moderno não admite se relacionar com marcas mambembes na websocial. Fato. É interessante que as mais diversas categorias começam a perceber as oportunidades de interagir de forma mais humana e direta com seu público de interesse, oxigenando as comunidades com conhecimento relevante e recebendo feedback de qualidade, gerando assim real vantagem competitiva e retorno sobre o investimento. Até porque marcas e empresas não podem mais agir como substantivos, ou seja, paradas e com a doce ilusão de que podem prever o mercado e o comportamento dos seus clientes. Posicionamento nunca foi tão temporário e por causa disto é imperativo evoluir lado a lado com o consumidor de maneira humilde e trabalhando de forma mais árdua, incorporando as tecnologias emergentes sem nenhum medo e alimentando comunidades fortes.

Precisamos também atentar para o fato de que ataques do consumidor hoje em dia são cada vez mais comuns e poderosos. Para lidar com esta situação de modo adequado, respondendo rapidamente ao cenário, é necessário um trabalho prévio de rastreamento online da marca realizado de forma profissional. Marcas fortes que atravessam algum período de turbulência possuem mais chances de sair ainda mais revigoradas ao passar por uma crise, se todos os estágios forem planejados corretamente. Importante considerar que os gestores do futuro são desde sempre usuários da internet, portanto, tecnologias digitais, para estes profissionais, são uma coisa intuitiva. Para eles, é óbvio que as marcas mais importantes tenham algum tipo de presença relevante nas redes sociais.

Reproduzo aqui minha contribuição para a matéria “Redes Sociais: Elas ajudam na Construção de sua Marca” presente na edição deste mês da revista Fitness Business:

“Qualquer iniciativa que dê frutos reais no universo digital requer um trabalho sério, metódico e, dependendo da situação, deve ser acompanhado por um profissional competente e especializado. Há muita coisa em jogo e algumas empresas ainda não se atentaram para este fato. Existe às vezes uma visão precipitada de que as melhores marcas e empresas nas redes sociais são aquelas que desenvolvem campanhas e promoções barulhentas. Isto acontece porque gestores erroneamente avaliam que as comunidades digitais pertencem à empresa e à marca e não ao consumidor. Há muito tempo a internet se tornou uma plataforma de relacionamento que as marcas não controlam. Como conselho, sugiro que as empresas desenvolvam uma relação de longo prazo com seus consumidores, alimentando comunidades que já existem sobre ela (empresa), seu produto ou ainda sobre assuntos que tenham a ver com o setor em que ela está inserida. Muitas vezes é um erro acreditar que começar uma nova comunidade fará sentido e trará resultados. Por mais familiarização que sua marca ou empresa possua, não necessariamente as pessoas vão aderir à sua comunidade e sua ideia. Prestigie e alimente comunidades que já existem. ”

Chegou a hora de pararem com experimentos isolados nas mídias sociais e adotarem uma visão estratégica e mais integrada. De uma vez por todas, acredito eu, “social media”, torna-se uma disciplina de negócios embasada em metas mensais claras e alinhada com cada singular departamento. Comece antes de qualquer coisa escutando seu público - alvo e planejando as ações que irá tomar com o conhecimento adquirido. A arte de ouvir sempre foi um alicerce fundamental de marketing, só que, agora, com o advento das tecnologias emergentes, principalmente sites de busca e ferramentas de monitoramento, este conceito foi amplificado. O processo de escuta foi reinventado, ganhou força e vem contribuindo significativamente para a absorção de insights sobre o que os consumidores estão literalmente fazendo. Além disso, nenhuma marca consegue construir credibilidade sem que seus consumidores percebam que estão sendo ouvidos de maneira sincera. Na era digital, em que os consumidores ganham cada vez mais poder de influência, é importante que as empresas mostrem que estão interessadas em ouvir e descer do pedestal corporativo, dando e recebendo feedback diário. Por exemplo, neste processo de escuta nossa orientação para os gestores de médias e grandes empresas (público- alvo da Gabriel Rossi Consultoria) é que repensem seus próprios websites corporativos. De modo geral, estes canais precisam evoluir. Eles passaram há muito tempo de simples cartão de visita para um canal capaz de absorver feedbacks dos consumidores, se tornando mais social, mais “tempo real” e mais dinâmicos.

Abraços, pense nisso e boas festas!

Gabriel.