Posts Tagged ‘Marketing’

Missionários digitais levam empresas a ganhar dinheiro e fortalecer marca no espaço web (Contribuição para a Folha de São Paulo)

Sunday, March 14th, 2010

Hoje foi publicada matéria que fui citado como fonte na Folha de São Paulo sobre empresas que utilizam colaboradores para darem suporte ao consumidor e fortalecerem a marca corporativa na web social. Muito bacana! Convido vcs a leitura! Também pode ser visto on-line aqui.

Na matéria falo sobre os missionários digitais, tendência reforçada pela agência Edelman, que enfatiza a necessidade de converter colaboradores em representantes da companhia nas redes de relacionamento deve chegar com força ao Brasil. Para isso, empresas devem incentivar seus funcionários a entrarem no mundo digital e ter política clara sobre o assunto…

Ao invés de proibir ostensivamente a utilização dos diversos recursos da internet – as chamadas redes sociais de relacionamento (MSN, Orkut, Facebook e Twitter, entre outros), empresas terão muito a ganhar – inclusive financeiramente – se transformarem os seus colaboradores em verdadeiros representantes de sua marca e seus produtos no mundo digital. A empresa norte-americana de processadores Intel largou na frente , inclusive publicando em seu portal corporativo uma política que sugere diretrizes sobre como os colaboradores da companhia devem se portar nas redes sociais, caso queiram se manifestar sobre a organização. A política está disponível na versão brasileira do site da companhia (www.intel.com.br) . A Intel desenvolveu este arcabouço de orientações de forma humana e informal, de maneira que consegue chegar a todos com muita clareza, com muita transparência, sem confundi-lo. Tornar um funcionário um missionário digital é uma tendência que em muito breve veremos com freqüência no Brasil e no mundo.

Ao possibilitar que um colaborador atue como missionário digital, a companhia se vale de um profissional que está mais próximo do cliente final da empresa e, portanto, tem com ele contato direto, afinidade e agilidade no relacionamento. Vale lembrar o case da Zappos (www.zappos.com), uma empresa online de venda de calçados ainda pouco conhecida no Brasil. Por ter nascido digital, a alta direção da Zappos acreditou ser natural que seus funcionários se valessem de canais como o Twitter e Facebook para se aproximarem dos consumidores com liberdade, evangelizar pela empresa e incorporarem a transparência corporativa como característica fundamental. O resultado não poderia ser melhor: a empresa comemora um faturamento anual da ordem de US$ 1 bilhão. A Zappos se tornou um case bem-sucedido porque conseguiu criar uma cultura interna de felicidade entre seus colaboradores e, ao mesmo tempo, exigir deles o comprometimento com um serviço acima da média. A grande sacada foi conseguir naturalmente que seus colaboradores trouxessem essa cultura para a web, e os resultados financeiros da empresa aconteceram sem grandes investimentos em publicidade.

No Brasil, é possível dizer que esta tendência ainda caminha devagar, com a maioria das empresas proibindo o acesso a redes como Twitter, MSN e Facebook durante o expediente e monitorando a atuação, inclusive pessoal de seus funcionários em redes sociais. Possivelmente, esta postura está com os dias contadas, uma vez que o avanço tecnológico, os hábitos da geração mais jovem e o baixo custo da comunicação via web devem promover mudanças – inclusive de modelos de negócios – na maior parte das empresas.

Vencerão a guerra no espaço web as marcas que conseguirem se humanizar a seus consumidores. Ao tornar seus colaboradores missionários da marca, as empresas nada mais estão fazendo do que humanizando o seu relacionamento, pois muitos deles são pessoas que têm muita influência em comunidades online. Com este processo, as marcas acabam por se valer ou absorver a reputação do próprio missionário e com isso pode segmentar seus públicos, fortalecer a reputação, testar novos produtos, reduzir o risco de novas campanhas publicitárias, conquistar e antecipar novos clientes, entre outros. Listo ainda as empresas Ford (montadora norte-americana de automóveis), BestBuy (varejista de produtos eletrônicos), e a Sun (softwares) como bons exemplos de companhias que já tornaram seus funcionários – ou parte deles – em verdadeiros missionários digitais.

Abraços amigos e pense nisso!

G.

artigos escritos ou colaborados por Gabriel Rossi: http://gabrielbranding.com.br/brand-lab/artigos

Para Americano Ver (Minha coluna para o Portal Mundo do Marketing)

Friday, March 12th, 2010

Tenho pensado bastante sobre marcas políticas e o impacto das tecnologias emergentes na estrutura do marketing político e da cidadania em geral. Escrevi recentemente o seguinte artigo para o mundo do marketing:

“No final das contas, o público mais participativo no Brasil será aquele composto de jovens escolarizados com recursos que garantem acesso vasto à internet, que têm tempo disponível, já são familiarizados com a atual fase da web e enxergam nela uma fonte respeitável de pesquisa e informação. Esta camada da sociedade, sim, vai mergulhar no mundo web para discutir, adquirir informações (nível global) e eventualmente repassá-las e discuti-las no mundo real com amigos e familiares. Até porque, por opção, ela vê menos TV do que faziam outras gerações.”

Para ler o artigo completo, acesse aqui.

Espero que gostem!

Abraços

G.

Contagem regressiva para a destruição das marcas mambembes (Eu acredito em Branding levado a sério na era digital)

Tuesday, December 22nd, 2009

O consumidor moderno não admite se relacionar com marcas mambembes na websocial. Fato. É interessante que as mais diversas categorias começam a perceber as oportunidades de interagir de forma mais humana e direta com seu público de interesse, oxigenando as comunidades com conhecimento relevante e recebendo feedback de qualidade, gerando assim real vantagem competitiva e retorno sobre o investimento. Até porque marcas e empresas não podem mais agir como substantivos, ou seja, paradas e com a doce ilusão de que podem prever o mercado e o comportamento dos seus clientes. Posicionamento nunca foi tão temporário e por causa disto é imperativo evoluir lado a lado com o consumidor de maneira humilde e trabalhando de forma mais árdua, incorporando as tecnologias emergentes sem nenhum medo e alimentando comunidades fortes.

Precisamos também atentar para o fato de que ataques do consumidor hoje em dia são cada vez mais comuns e poderosos. Para lidar com esta situação de modo adequado, respondendo rapidamente ao cenário, é necessário um trabalho prévio de rastreamento online da marca realizado de forma profissional. Marcas fortes que atravessam algum período de turbulência possuem mais chances de sair ainda mais revigoradas ao passar por uma crise, se todos os estágios forem planejados corretamente. Importante considerar que os gestores do futuro são desde sempre usuários da internet, portanto, tecnologias digitais, para estes profissionais, são uma coisa intuitiva. Para eles, é óbvio que as marcas mais importantes tenham algum tipo de presença relevante nas redes sociais.

Reproduzo aqui minha contribuição para a matéria “Redes Sociais: Elas ajudam na Construção de sua Marca” presente na edição deste mês da revista Fitness Business:

“Qualquer iniciativa que dê frutos reais no universo digital requer um trabalho sério, metódico e, dependendo da situação, deve ser acompanhado por um profissional competente e especializado. Há muita coisa em jogo e algumas empresas ainda não se atentaram para este fato. Existe às vezes uma visão precipitada de que as melhores marcas e empresas nas redes sociais são aquelas que desenvolvem campanhas e promoções barulhentas. Isto acontece porque gestores erroneamente avaliam que as comunidades digitais pertencem à empresa e à marca e não ao consumidor. Há muito tempo a internet se tornou uma plataforma de relacionamento que as marcas não controlam. Como conselho, sugiro que as empresas desenvolvam uma relação de longo prazo com seus consumidores, alimentando comunidades que já existem sobre ela (empresa), seu produto ou ainda sobre assuntos que tenham a ver com o setor em que ela está inserida. Muitas vezes é um erro acreditar que começar uma nova comunidade fará sentido e trará resultados. Por mais familiarização que sua marca ou empresa possua, não necessariamente as pessoas vão aderir à sua comunidade e sua ideia. Prestigie e alimente comunidades que já existem. ”

Chegou a hora de pararem com experimentos isolados nas mídias sociais e adotarem uma visão estratégica e mais integrada. De uma vez por todas, acredito eu, “social media”, torna-se uma disciplina de negócios embasada em metas mensais claras e alinhada com cada singular departamento. Comece antes de qualquer coisa escutando seu público - alvo e planejando as ações que irá tomar com o conhecimento adquirido. A arte de ouvir sempre foi um alicerce fundamental de marketing, só que, agora, com o advento das tecnologias emergentes, principalmente sites de busca e ferramentas de monitoramento, este conceito foi amplificado. O processo de escuta foi reinventado, ganhou força e vem contribuindo significativamente para a absorção de insights sobre o que os consumidores estão literalmente fazendo. Além disso, nenhuma marca consegue construir credibilidade sem que seus consumidores percebam que estão sendo ouvidos de maneira sincera. Na era digital, em que os consumidores ganham cada vez mais poder de influência, é importante que as empresas mostrem que estão interessadas em ouvir e descer do pedestal corporativo, dando e recebendo feedback diário. Por exemplo, neste processo de escuta nossa orientação para os gestores de médias e grandes empresas (público- alvo da Gabriel Rossi Consultoria) é que repensem seus próprios websites corporativos. De modo geral, estes canais precisam evoluir. Eles passaram há muito tempo de simples cartão de visita para um canal capaz de absorver feedbacks dos consumidores, se tornando mais social, mais “tempo real” e mais dinâmicos.

Abraços, pense nisso e boas festas!

Gabriel.

Empresas na websocial: Respondendo uma pergunta comum…

Sunday, December 13th, 2009

Prospects e clientes andam me fazendo a seguinte pergunta: Gabriel, como as empresas podem melhor aproveitar as redes sociais no atual momento?

Comece trabalhando e observando os alicerces básicos de marketing (qualidade do produto, entender o consumidor e o mercado, cumprimento de promessas etc). Ao aplicar nossa metodologia de auditoria digital, analisando os rastros das conversas de plataformas como Google e Yahoo sobre marcas internacionais e nacionais, nós percebemos que os resultados orgânicos destes sites e a operação das empresas estão muito interligados. E o que isto significa? Aspectos como qualidade do atendimento, cumprimento de promessas, treinamento de seu público interno, responsabilidade social, transparência no fechamento do plano de pagamento, entre outras coisas, influenciam a conversa na internet. E esta conversa fica perpetuada para sempre nestes sites de busca para quem quiser ver, afetando diretamente a reputação de marcas e empresas.  Usar o Twitter, que é a ferramenta da moda, por exemplo, só fará sentido se a empresa antes souber equacionar todos os alicerces do marketing. E para aqueles que têm interesse em usar esta ferramenta, nossa sugestão é utilizá-la primeiramente em nome da essência da marca. Se você vai além do buzz, ou seja, da promoção pura e simples, a confiança dos seus stakeholders e os lucros seguirão naturalmente.

Abraços e ótima semana,

G.

Branding Digital de qualidade? Não se comporte como substantivo! (Minha contribuição para o Ciclo Comunicar Tecnologia)

Friday, October 16th, 2009

Posicionamento e “Place” nunca foram tão temporários, não é mesmo?  O  pensamento estático que acredita  prever o mercado e a inovação é um convite para  a irrelevância…

Por que muitas marcas não conseguem atingir um relacionamento saudável com o dinâmismo da era digital e suas tecnologias emergentes?

logo_home1Recentemente fui convidado a colaborar com um artigo para o Ciclo Comunicar Tecnologia que é iniciativa de um dos principais portais de comunicação corporativa do país (Nós da Comunicação). O evento reuníu a colaboração de estudiosos e especialistas sobre o efeito transformador da comunicação por meio da tecnologia.

Meu texto é intitulado “fazer branding é abrir estradas“. Espero que gostem!

Abs.

O Novo Mundo das Marcas (A New Brand World)

Wednesday, July 29th, 2009

Pegando carona em meu último artigo que fiz especialmente para o portal nós da comunicação, eu tive o prazer de também ter sido convidado a recomendar um livro sobre branding moderno para o mesmo canal. A obra escolhida por mim se chama “O novo mundo das marcas”. Espero que gostem!

O Novo Mundo das Marcas (A New Brand World)

livro_novo_mundo_marcas“Scott Bedbury é um profissional de branding que atuou em empresas como Nike e Starbucks. Todas com atuação global e forte apelo. Depois de passar por essas empresas, Scott fundou a consultoria Brandstream, pondo em prática muito dos conceitos e ações que viu dar certo em grandes companhias e marcas. Em 2002, Scott publicou o livro “O Novo Mundo das Marcas” (em inglês “A New Brand World”, uma corruptela do clássico de Aldous Huxley “Brave New World” – “Admirável Mundo Novo”). Na obra, o autor revela histórias pitorescas e reais do dia a dia nessas companhias. O livro dá uma fórmula que sugere a necessidade de se seguir oito princípios para a construção de marcas que importarão no século 21. Dessa seleção, destaco um princípio: relevância, simplicidade e humanização como alicerces para a diferenciação das marcas na era digital. Sábio conselho”.  Livro recomendado por Gabriel Rossi

Fonte: Nós da Comunicação

Digital Branding Defensivo (Como aplicar a estratégia do Tylenol 180)

Monday, July 27th, 2009

Gerenciamento de crise de marca foi o tema do meu novo artigo para o portal Nós da comunicação. Faço uma analogia ao famoso episódio oitentista ocorrido com o analgésico Tylenol, quando o medicamento da Johnson & Johnson lidou com o cenário adverso e emergiu da crise fortalecido, vendo o equity da marca alavancado, e o produto ganhando ainda mais market share. E aqui vai uma pergunta: o que seria necessário para uma marca da era digital repetir o feito do Tylenol? Entre outras coisas, argumento no artigo que “em primeiro lugar é necessário agir de forma muito rápida. Hoje em dia, ser veloz significa ser extremamente veloz. Novas avenidas de amplificação de conteúdo nascem e se proliferam diariamente. Antes de tudo é preciso entender que só é possível lidar com esta situação, se já houver um trabalho prévio de monitoramento de marca em todos os espaços, inclusive on-line, sendo realizado. Marcas mais preparadas possuem equipes ou se valem de profissionais especializados para desenvolver planos de contingência e monitorar o que acontece no mundo virtual. Monitorar, neste caso, é muito mais do que simplesmente abrir um laptop e ver o que há na internet. A palavra de ordem neste jogo é saber ouvir e aprender diariamente com o que os consumidores estão disseminando sobre sua marca ou empresa neste espaço. ”

Sinta-se convidado para ler o artigo completo clicando no link abaixo:

http://www.nosdacomunicacao.com.br/panorama_interna.asp?panorama=149&tipo=G

Grande abraço.

A dança frenética do Branding (Novo artigo para o portal Mundo do Marketing)

Tuesday, July 14th, 2009

Estreou hoje meu novo artigo para o portal Mundo do Marketing. Escrevo sobre as peculiaridades do branding moderno, os fatores que definem o sucesso das marcas mais bem sucedidas na era digital, e ainda registro um bate papo que tive com com Brad VanAuken, Chief Brand Strategist do The Blake Project, coautor de um dos mais famosos blogs de branding do mundo na atualidade - o Branding Strategy Insider - e autor de um dos livros que já é considerando um clássico no tema, o “Brand Aid“.

Um trecho do meu artigo diz que:

“…  Estamos vivenciando um panorama peculiar na história econômica da humanidade. A crise global, que se estendeu do mercado financeiro para a mesa de todas as casas, gerou uma erosão de confiança. Isto se refletiu no comportamento consumista dos países ditos desenvolvidos e, por conseqüência, naqueles ditos emergentes, como o Brasil. Os cidadãos destas nações passaram a enxergar o valor das marcas de forma muito mais precisa. A complexidade deste cenário de crise torna esta dança que citamos acima ainda mais viceral. Neste contexto, o consumidor vem assumindo um comportamento cada vez mais iconoclasta e começa a conhecer a web em um momento no qual a mesma se torna ainda mais real time. Os internautas - que, afinal, também são consumidores - estão compartilhando e buscando conteúdo de uma forma diferenciada, considerando este novo contexto. Ganham, então, as marcas que conseguem realizar uma leitura deste ecossistema de forma inteligente, perspicaz. Quem são elas? São aquelas que estão aprendendo a analisar os dados disponíveis e se relacionar com estes consumidores neste novo modelo de distribuição de conteúdo. “

Convido você a conhecer minha coluna e ler o artigo completo:

http://www.mundodomarketing.com.br/artigosmateria.php?hi=3&id=52&materia=10336

Boa leitura!

Abraços.

O Futuro do Branding?

Monday, June 1st, 2009

O que está guardado no futuro para o Branding? Oras, se eu tivesse uma resposta exata, provavelmente estaria em um outro tipo de negócio, concorrendo com a mãe Dináh entre outras figuras folclóricas.  Brincadeiras a parte, aqui vão algumas de minhas conjeturas:

. Cada vez mais profissionais e organizações perceberão que os velhos alicerces de Marketing & Branding continuam os mesmos com a chegada da era digital (simplicidade, cumprimento de promessas , consistência nos pontos de contato, ouvir e estar próximo do consumidor etc…). Na verdade, eles foram amplificados!

. Qualidade no atendimento ao consumidor e feedback rápido/transparente (utilizando canais como microblogs),  serão a chave para o triunfo.

. CEOs carismáticos ganharão cada vez mais importância no processo de construção de marcas, quebrando barreiras entre o público interno, aprendendo e ensinando, ouvindo perguntas que não ouviam antes.

. Marcas estarão cada vez mais ligadas as ideologias e causas , pelo fato que as redes sociais aceleram o processo de humanização delas. As pessoas cada vez mais esperarão que as marcas defendam pontos de vista e saiam de cima do muro. Ex: MTV com campanhas de conscientização do público jovem em relação a Aids, Direitos Humanos, tolerância cultural, voto (Rock the Vote) etc…

. Conexões emocionais serão cada vez mais importantes até mesmo em produtos e serviços commodities, já que ficará impossível se diferenciar apenas por benefícios funcionais na era Google/Twitter (novos talentos, produtos e serviços emergem a todo o momento).

. Microinterações continuarão ensinando marcas de grande escala a darem valor a pequenos atos, entendendo que todos são influenciadores com potencial viral. Ex: Ford.

. Companhias que passam por fusões, simplificarão sua arquiteturas de marca, reduzindo seus portfólios para um melhor gerenciamento dos mesmos. “Menos significará mais”.   

. Consumer Generated Media continuará crescendo e  formas inovadoras de expressão do consumidor aparecerão, exigindo uma contabilidade totalmente nova das marcas.

. Confiança será condição sine qua non para qualquer marca séria que respeita o rastro digital que o boca a boca deixa e deixará em sites de busca.

. Mais marcas investirão em diferenciação contínua e diária, até mesmo as que são provenientes de categorias de ‘baixa-energia’ (como argumentado no livro “The Brand Bubble“).

. Por um lado, o trabalho dos profissionais de Branding migrará de uma arte efêmera para uma ciência mais exata: Novas plataformas designadas para ‘ouvir’ o consumidor no universo on-line aparecerão (gerenciar o boca a boca será ainda mais vital), e novas métricas serão definidas, evoluindo do atual  modelo.

. Mobile Marketing sairá da sua infância e a tecnologia QR obrigará que o trabalho de Branding leve a idéia de consistência ao extremo. Imagine um consumidor que estará apto a comparar diversos pontos de contato através de um único aparelho. Tudo precisará estar alinhado. Branding, por este aspecto, será mais arte do que nunca. Exatamente como uma orquestra…

.  Mais empresas e marcas no Brasil entenderão que as redes sociais são muito mais que um canal de divulgação de campanhas isoladas, utilizando-as para recolher verdadeiros insights de seu público de interesse, criando relacionamentos que realmente importam e perpetuam.

Poderia escrever uns 10 posts de opiniões minhas sobre o futuro do Branding… Agora é sua vez. Na sua opinião, o que está reservado para nós?