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Posts Tagged ‘marketing digital’

Boateiros online

Wednesday, January 5th, 2011

Caros,

Andei meio sumido por aqui. Muito trabalho e estudo com minha querida equipe.

Primeiro aproveito para disponibilizar minha mais nova entrevista na Rádio Eldorado durante a posse da Presidente Dilma Rousseff no dia primeiro. Esteve também presente no bate-papo também o professor da FGV Paulo Barsotti.

Segue o link para acessarem a entrevista - http://gabrielrossi.com.br/ .

Também, gostaria de apresentar uma outra contribuição que fala sobre o “lado B” da internet que pôde ser detectado ainda durante a campanha política. Segue abaixo. Espero que gostem!

Com o episódio das “ameaças” no Twitter contra a presidente Dilma Rousseff, a boataria online, cuja influência vinha sendo observada intensamente nos últimos anos no universo das celebridades, começa, definitivamente, a desenhar a agenda política brasileira. Quem analisa o fenômeno é Gabriel Rossi, estrategista de marketing na internet e sócio-fundador da Gabriel Rossi Consultoria, de São Paulo.

O “lado B” da internet pôde ser detectado ainda durante a campanha política, em 2010, com a disseminação de boatos e comentários agressivos que buscavam corroer a consistência do debate entre os candidatos, como verificou a Gabriel Rossi Consultoria, que realizou monitoramento online durante o período eleitoral, acompanhando as impressões do público sobre os temas mais relevantes e detectando este perfil de influenciador digital dedicado a boatos em destaque nos comentários por sua constância, insistência e teor de discurso.

Segundo o especialista, o fenômeno já suplanta o simples conteúdo originado em postagens irresponsáveis, e, por vezes, isoladas, sobre determinado tópico envolvendo um candidato. “Percebe-se que existe o internauta que se dedica a gerar e vascularizar este tipo de material. “Este ‘boateiro profissional´  é competente e eficiente e pode influenciar usuários de internet que ainda não possuem maturidade e educação digital por serem relativamente novos nesse universo. A disseminação de opiniões e rumores repercute e acaba por ganhar espaço na grande mídia. Temos aí o surgimento preocupante  de um novo formador de opinião, que passa a desenhar a agenda da política e suas vertentes”, analisa.

O ano de 2010 marcou o início efetivo do uso da internet no processo democrático brasileiro. Para Gabriel, a relação internauta-web, que necessita de muito mais maturidade e alcance através da inclusão digital, aponta perspectivas que podem ser muito bem exploradas pela presidente Dilma em seu relacionamento com o público durante sua gestão. “O potencial de fortalecimento da democracia e do debate político é claro. A presidente Dilma é a marca feminina mais forte da História brasileira, tendo como única concorrente, talvez, a Princesa Isabel. E as mulheres já são mais de 45% dos usuários da web. Consolidar o diálogo com este público pode ser o primeiro passo para conceber na web as bases da nova gestão governamental.”

Nova entrevista como convidado especial da TV Estadão

Sunday, November 7th, 2010

Caros,

Tive novamente o prazer de ser o convidado especial  no programa da TV Estadão (31 de outubro Domingo).

O Pedro Doria, editor - chefe de conteúdos digitais do Grupo Estado, me entrevistou sobre a participação do marketing e da internet no segundo turno das eleições.

Espero que gostem.

G.

Especial Eleições 2010: Entrevista para a TV Estadão

Tuesday, October 5th, 2010

No domingo passado o Grupo Estado fez uma cobertura ao vivo sobre as eleições, e convidou-me para fechar a programação da TV Estadão, trazendo minhas análises sobre o papel do marketing digital nas eleições 2010.

Gostaria de compartilhar com meus amigos a entrevista que possui a seguinte chamada: “Gabriel Rossi, o marqueteiro digital”

Abraços

G.

Entrevista O Globo - ‘A internet e as eleições’ (Parte I)

Tuesday, August 10th, 2010

Eu e professor Aldo Fornazieri publicamos, no dia  24 de julho, um artigo chamado “A internet e as eleições” (O Estado de São Paulo) . Ambos descrevemos o cenário político na rede e apontamos para as tendências até outubro de 2010. O Já Voto! do Jornal O Globo quis saber mais sobre o tema e nos entrevistou.

Entre outras respostas, eu afirmei:

Na Colômbia, o candidato a presidente Antana Mockus (oposição) conseguiu um número muito expressivo de fãs no Facebook. Aparentemente ele teria poucas chances contra o candidato da situação, que é muito bem avaliada no país vizinho. É possível, sim, dizer que a estratégia desenhada para a internet de Mockus tenha colaborado para sua campanha, com a disseminação correta de informações e um debate mais vivo do que estamos vivenciando até o presente momento no Brasil.

Na eleição de Barack Obama, a internet talvez tenha chegado a um outro nível, num patamar mais elevado. Havia disseminação, feedback imediato, organização das pessoas que aderiram à marca ou ao candidato, intensa prospecção e um excelente método de arrecadação de fundos. A proposta da candidatura Obama vinha naturalmente com um conceito de branding sólido, que se adaptou perfeitamente à web. Obama conseguiu centralizar seu discurso em um único e poderoso conceito – o de mudança (“Change”). É sabido que marcas que deram certo costumam focar em uma única mensagem, não em duas nem em três. Esta regra também vale para o mundo digital e para a política. Além disso, permanecendo fiel à mesma idéia diferenciada desde o princípio de sua campanha, a personalidade da marca Obama ganhou credibilidade ao longo do tempo e este fortalecimento migrou para a websocial e vice-versa. Sem dúvida nenhuma, Obama era uma marca com uma visão fortíssima que enxergava a situação de uma maneira específica e encorajava as pessoas para fazer parte do mesmo sonho, investindo forças para o futuro. Tudo isso de alguma maneira foi amplificado na campanha realizada na internet.

Confiram na íntegra - http://gabrielrossi.com.br/gabriel-rossi-e-aldo-fornazieri-dao-entrevista-para-o-jornal-o-globo/

Abraços,

G.

Contagem regressiva para a destruição das marcas mambembes (Eu acredito em Branding levado a sério na era digital)

Tuesday, December 22nd, 2009

O consumidor moderno não admite se relacionar com marcas mambembes na websocial. Fato. É interessante que as mais diversas categorias começam a perceber as oportunidades de interagir de forma mais humana e direta com seu público de interesse, oxigenando as comunidades com conhecimento relevante e recebendo feedback de qualidade, gerando assim real vantagem competitiva e retorno sobre o investimento. Até porque marcas e empresas não podem mais agir como substantivos, ou seja, paradas e com a doce ilusão de que podem prever o mercado e o comportamento dos seus clientes. Posicionamento nunca foi tão temporário e por causa disto é imperativo evoluir lado a lado com o consumidor de maneira humilde e trabalhando de forma mais árdua, incorporando as tecnologias emergentes sem nenhum medo e alimentando comunidades fortes.

Precisamos também atentar para o fato de que ataques do consumidor hoje em dia são cada vez mais comuns e poderosos. Para lidar com esta situação de modo adequado, respondendo rapidamente ao cenário, é necessário um trabalho prévio de rastreamento online da marca realizado de forma profissional. Marcas fortes que atravessam algum período de turbulência possuem mais chances de sair ainda mais revigoradas ao passar por uma crise, se todos os estágios forem planejados corretamente. Importante considerar que os gestores do futuro são desde sempre usuários da internet, portanto, tecnologias digitais, para estes profissionais, são uma coisa intuitiva. Para eles, é óbvio que as marcas mais importantes tenham algum tipo de presença relevante nas redes sociais.

Reproduzo aqui minha contribuição para a matéria “Redes Sociais: Elas ajudam na Construção de sua Marca” presente na edição deste mês da revista Fitness Business:

“Qualquer iniciativa que dê frutos reais no universo digital requer um trabalho sério, metódico e, dependendo da situação, deve ser acompanhado por um profissional competente e especializado. Há muita coisa em jogo e algumas empresas ainda não se atentaram para este fato. Existe às vezes uma visão precipitada de que as melhores marcas e empresas nas redes sociais são aquelas que desenvolvem campanhas e promoções barulhentas. Isto acontece porque gestores erroneamente avaliam que as comunidades digitais pertencem à empresa e à marca e não ao consumidor. Há muito tempo a internet se tornou uma plataforma de relacionamento que as marcas não controlam. Como conselho, sugiro que as empresas desenvolvam uma relação de longo prazo com seus consumidores, alimentando comunidades que já existem sobre ela (empresa), seu produto ou ainda sobre assuntos que tenham a ver com o setor em que ela está inserida. Muitas vezes é um erro acreditar que começar uma nova comunidade fará sentido e trará resultados. Por mais familiarização que sua marca ou empresa possua, não necessariamente as pessoas vão aderir à sua comunidade e sua ideia. Prestigie e alimente comunidades que já existem. ”

Chegou a hora de pararem com experimentos isolados nas mídias sociais e adotarem uma visão estratégica e mais integrada. De uma vez por todas, acredito eu, “social media”, torna-se uma disciplina de negócios embasada em metas mensais claras e alinhada com cada singular departamento. Comece antes de qualquer coisa escutando seu público - alvo e planejando as ações que irá tomar com o conhecimento adquirido. A arte de ouvir sempre foi um alicerce fundamental de marketing, só que, agora, com o advento das tecnologias emergentes, principalmente sites de busca e ferramentas de monitoramento, este conceito foi amplificado. O processo de escuta foi reinventado, ganhou força e vem contribuindo significativamente para a absorção de insights sobre o que os consumidores estão literalmente fazendo. Além disso, nenhuma marca consegue construir credibilidade sem que seus consumidores percebam que estão sendo ouvidos de maneira sincera. Na era digital, em que os consumidores ganham cada vez mais poder de influência, é importante que as empresas mostrem que estão interessadas em ouvir e descer do pedestal corporativo, dando e recebendo feedback diário. Por exemplo, neste processo de escuta nossa orientação para os gestores de médias e grandes empresas (público- alvo da Gabriel Rossi Consultoria) é que repensem seus próprios websites corporativos. De modo geral, estes canais precisam evoluir. Eles passaram há muito tempo de simples cartão de visita para um canal capaz de absorver feedbacks dos consumidores, se tornando mais social, mais “tempo real” e mais dinâmicos.

Abraços, pense nisso e boas festas!

Gabriel.


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