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Posts Tagged ‘Marketing’

Branding Digital de qualidade? Não se comporte como substantivo! (Minha contribuição para o Ciclo Comunicar Tecnologia)

Friday, October 16th, 2009

Posicionamento e “Place” nunca foram tão temporários, não é mesmo?  O  pensamento estático que acredita  prever o mercado e a inovação é um convite para  a irrelevância…

Por que muitas marcas não conseguem atingir um relacionamento saudável com o dinâmismo da era digital e suas tecnologias emergentes?

Nós da Comunicação

Nós da Comunicação

Recentemente fui convidado a colaborar com um artigo para o Ciclo Comunicar Tecnologia que é iniciativa de um dos principais portais de comunicação corporativa do país (Nós da Comunicação). O evento reuníu a colaboração de estudiosos e especialistas sobre o efeito transformador da comunicação por meio da tecnologia.

Meu texto é intitulado “fazer branding é abrir estradas“. Espero que gostem!

Abs.

O Novo Mundo das Marcas (A New Brand World)

Wednesday, July 29th, 2009

Pegando carona em meu último artigo que fiz especialmente para o portal nós da comunicação, eu tive o prazer de também ter sido convidado a recomendar um livro sobre branding moderno para o mesmo canal. A obra escolhida por mim se chama “O novo mundo das marcas”. Espero que gostem!

O Novo Mundo das Marcas (A New Brand World)

O Novo Mundo das Marcas

O Novo Mundo das Marcas

“Scott Bedbury é um profissional de branding que atuou em empresas como Nike e Starbucks. Todas com atuação global e forte apelo. Depois de passar por essas empresas, Scott fundou a consultoria Brandstream, pondo em prática muito dos conceitos e ações que viu dar certo em grandes companhias e marcas. Em 2002, Scott publicou o livro “O Novo Mundo das Marcas” (em inglês “A New Brand World”, uma corruptela do clássico de Aldous Huxley “Brave New World” – “Admirável Mundo Novo”). Na obra, o autor revela histórias pitorescas e reais do dia a dia nessas companhias. O livro dá uma fórmula que sugere a necessidade de se seguir oito princípios para a construção de marcas que importarão no século 21. Dessa seleção, destaco um princípio: relevância, simplicidade e humanização como alicerces para a diferenciação das marcas na era digital. Sábio conselho”.  Livro recomendado por Gabriel Rossi

Fonte: Nós da Comunicação

Digital Branding Defensivo (Como aplicar a estratégia do Tylenol 180)

Monday, July 27th, 2009

Gerenciamento de crise de marca foi o tema do meu novo artigo para o portal Nós da comunicação. Faço uma analogia ao famoso episódio oitentista ocorrido com o analgésico Tylenol, quando o medicamento da Johnson & Johnson lidou com o cenário adverso e emergiu da crise fortalecido, vendo o equity da marca alavancado, e o produto ganhando ainda mais market share. E aqui vai uma pergunta: o que seria necessário para uma marca da era digital repetir o feito do Tylenol? Entre outras coisas, argumento no artigo que “em primeiro lugar é necessário agir de forma muito rápida. Hoje em dia, ser veloz significa ser extremamente veloz. Novas avenidas de amplificação de conteúdo nascem e se proliferam diariamente. Antes de tudo é preciso entender que só é possível lidar com esta situação, se já houver um trabalho prévio de monitoramento de marca em todos os espaços, inclusive on-line, sendo realizado. Marcas mais preparadas possuem equipes ou se valem de profissionais especializados para desenvolver planos de contingência e monitorar o que acontece no mundo virtual. Monitorar, neste caso, é muito mais do que simplesmente abrir um laptop e ver o que há na internet. A palavra de ordem neste jogo é saber ouvir e aprender diariamente com o que os consumidores estão disseminando sobre sua marca ou empresa neste espaço. ”

Sinta-se convidado para ler o artigo completo clicando no link abaixo:

http://www.nosdacomunicacao.com.br/panorama_interna.asp?panorama=149&tipo=G

Grande abraço.

A dança frenética do Branding (Novo artigo para o portal Mundo do Marketing)

Tuesday, July 14th, 2009

Estreou hoje meu novo artigo para o portal Mundo do Marketing. Escrevo sobre as peculiaridades do branding moderno, os fatores que definem o sucesso das marcas mais bem sucedidas na era digital, e ainda registro um bate papo que tive com com Brad VanAuken, Chief Brand Strategist do The Blake Project, coautor de um dos mais famosos blogs de branding do mundo na atualidade - o Branding Strategy Insider - e autor de um dos livros que já é considerando um clássico no tema, o “Brand Aid“.

Um trecho do meu artigo diz que:

“…  Estamos vivenciando um panorama peculiar na história econômica da humanidade. A crise global, que se estendeu do mercado financeiro para a mesa de todas as casas, gerou uma erosão de confiança. Isto se refletiu no comportamento consumista dos países ditos desenvolvidos e, por conseqüência, naqueles ditos emergentes, como o Brasil. Os cidadãos destas nações passaram a enxergar o valor das marcas de forma muito mais precisa. A complexidade deste cenário de crise torna esta dança que citamos acima ainda mais viceral. Neste contexto, o consumidor vem assumindo um comportamento cada vez mais iconoclasta e começa a conhecer a web em um momento no qual a mesma se torna ainda mais real time. Os internautas - que, afinal, também são consumidores - estão compartilhando e buscando conteúdo de uma forma diferenciada, considerando este novo contexto. Ganham, então, as marcas que conseguem realizar uma leitura deste ecossistema de forma inteligente, perspicaz. Quem são elas? São aquelas que estão aprendendo a analisar os dados disponíveis e se relacionar com estes consumidores neste novo modelo de distribuição de conteúdo. “

Convido você a conhecer minha coluna e ler o artigo completo:

http://www.mundodomarketing.com.br/artigosmateria.php?hi=3&id=52&materia=10336

Boa leitura!

Abraços.

O Futuro do Branding?

Monday, June 1st, 2009

O que está guardado no futuro para o Branding? Oras, se eu tivesse uma resposta exata, provavelmente estaria em um outro tipo de negócio, concorrendo com a mãe Dináh entre outras figuras folclóricas.  Brincadeiras a parte, aqui vão algumas de minhas conjeturas:

. Cada vez mais profissionais e organizações perceberão que os velhos alicerces de Marketing & Branding continuam os mesmos com a chegada da era digital (simplicidade, cumprimento de promessas , consistência nos pontos de contato, ouvir e estar próximo do consumidor etc…). Na verdade, eles foram amplificados!

. Qualidade no atendimento ao consumidor e feedback rápido/transparente (utilizando canais como microblogs),  serão a chave para o triunfo.

. CEOs carismáticos ganharão cada vez mais importância no processo de construção de marcas, quebrando barreiras entre o público interno, aprendendo e ensinando, ouvindo perguntas que não ouviam antes.

. Marcas estarão cada vez mais ligadas as ideologias e causas , pelo fato que as redes sociais aceleram o processo de humanização delas. As pessoas cada vez mais esperarão que as marcas defendam pontos de vista e saiam de cima do muro. Ex: MTV com campanhas de conscientização do público jovem em relação a Aids, Direitos Humanos, tolerância cultural, voto (Rock the Vote) etc…

. Conexões emocionais serão cada vez mais importantes até mesmo em produtos e serviços commodities, já que ficará impossível se diferenciar apenas por benefícios funcionais na era Google/Twitter (novos talentos, produtos e serviços emergem a todo o momento).

. Microinterações continuarão ensinando marcas de grande escala a darem valor a pequenos atos, entendendo que todos são influenciadores com potencial viral. Ex: Ford.

. Companhias que passam por fusões, simplificarão sua arquiteturas de marca, reduzindo seus portfólios para um melhor gerenciamento dos mesmos. “Menos significará mais”.

. Consumer Generated Media continuará crescendo e  formas inovadoras de expressão do consumidor aparecerão, exigindo uma contabilidade totalmente nova das marcas.

. Confiança será condição sine qua non para qualquer marca séria que respeita o rastro digital que o boca a boca deixa e deixará em sites de busca.

. Mais marcas investirão em diferenciação contínua e diária, até mesmo as que são provenientes de categorias de ‘baixa-energia’ (como argumentado no livro “The Brand Bubble“).

. Por um lado, o trabalho dos profissionais de Branding migrará de uma arte efêmera para uma ciência mais exata: Novas plataformas designadas para ‘ouvir’ o consumidor no universo on-line aparecerão (gerenciar o boca a boca será ainda mais vital), e novas métricas serão definidas, evoluindo do atual  modelo.

. Mobile Marketing sairá da sua infância e a tecnologia QR obrigará que o trabalho de Branding leve a idéia de consistência ao extremo. Imagine um consumidor que estará apto a comparar diversos pontos de contato através de um único aparelho. Tudo precisará estar alinhado. Branding, por este aspecto, será mais arte do que nunca. Exatamente como uma orquestra…

.  Mais empresas e marcas no Brasil entenderão que as redes sociais são muito mais que um canal de divulgação de campanhas isoladas, utilizando-as para recolher verdadeiros insights de seu público de interesse, criando relacionamentos que realmente importam e perpetuam.

Poderia escrever uns 10 posts de opiniões minhas sobre o futuro do Branding… Agora é sua vez. Na sua opinião, o que está reservado para nós?


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